- O indicador de confiança dos consumidores caiu em fevereiro, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), após dois meses de subida.
- O indicador de clima económico aumentou levemente em fevereiro, após queda em janeiro, com ganhos em serviços e indústria transformadora e perdas no comércio e construção.
- Entre os consumidores, perspetivas sobre a evolução futura da realização de compras importantes, a situação económica do país e a situação financeira do agregado familiar contribuíram negativamente para a confiança.
- Os saldos de expectativas sobre a evolução futura dos preços aumentaram entre dezembro e fevereiro, após descidas nos três meses anteriores.
- A confiança setorial manteve-se positiva nos serviços e na indústria transformadora, mas diminuiu no comércio e na construção e obras públicas.
O indicador de confiança dos consumidores caiu em fevereiro, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). O clima económico também aumentou ligeiramente após uma queda em janeiro.
O INE explica que a evolução foi sustentada por contribuições negativas em todas as componentes da confiança: perspetivas de compra de bens duradouros, situação económica do país e, em menor medida, opiniões sobre a situação financeira familiar.
Ainda sobre os preços, o saldo de opiniões sobre a evolução passada dos preços subiu, enquanto as expectativas de preço futuro aumentaram entre dezembro e fevereiro, após três meses de queda.
Dinâmica do clima económico por setores
O indicador de clima económico, baseado em empresas, aumentou ligeiramente em fevereiro. A confiança subiu nos serviços e na indústria transformadora, mas recuou no comércio, e na construção e obras públicas.
Nos serviços, houve melhoria da procura e da carteira de encomendas. Na indústria transformadora, o impulso positivo refletiu perspetivas de produção. Em contrapartida, o comércio registou decréscimo de confiança e a construção emitiu perspetivas negativas de emprego.
Os saldos das expectativas de preços de venda por setor também mostraram variações: avultaram nos serviços, reduziram-se na indústria, comércio e construção.
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