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Taxa de juro dos Certificados de Aforro cai para 2,012% em março

Nova taxa base de 2,012% aplica-se a novas subscrições e às revisões de Março; queda explica-se pela Euribor a três meses, com saldo de CA a 40,6 mil milhões de euros

Poupanças aplicadas no produto de dívida do Estado continuam a aumentar
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  • A taxa de juro dos Certificados de Aforro para março fica em 2,012%, menos 0,019 pontos percentuais que em fevereiro, devido à Euribor a três meses.
  • A nova taxa aplica-se às subscrições de março e às revisões trimestrais; nas subscrições antigas, mantêm-se o base de refixação com prémios de permanência já acumulados.
  • A rentabilidade continua acima de dois por cento, cerca de 0,645 pontos percentuais acima da taxa média dos novos depósitos, que em dezembro foi de 1,37 por cento. A taxa base é calculada com a Euribor a três meses e a média dos últimos dez dias úteis.
  • Em janeiro entraram 392,8 milhões de euros líquidos, levando o saldo total para 40,6 mil milhões de euros, novo máximo histórico.
  • Está em curso a desmaterialização dos Certificados de Aforro (passagem de papel para valores escriturais), fase que decorre até final de 2029 e exige presença física ou procuração específica.

O juros dos Certificados de Aforro (CA) para Março caiu para 2,012%, menos 0,019 p.p. que Fevereiro. A redução deve-se à Euribor a três meses, que caiu brevemente abaixo de 2%.

A nova taxa aplica-se às subscrições de Março e às revisões trimestrais que ocorram no próximo mês. Em subscrições antigas, soma-se o prémio de permanência acumulado ao tipo de refixação.

A rentabilidade global do CA mantém-se acima de 2% e fica 0,645 p.p. acima da média dos novos depósitos, que em Dezembro era 1,37%. A taxa base usa a Euribor de três meses e a média dos dez dias úteis anteriores.

Em Janeiro, entraram 392,8 milhões de euros líquidos, com o saldo total a atingir 40,6 mil milhões de euros, novo máximo histórico. Os CA destacam-se pela mobilidade e pela capacidade de uso em situações de emergência, sem custos de subscrição, manutenção ou resgate.

Desmaterialização dos Certificados de Aforro

A desmaterialização das séries A, B e D está em curso, convertendo certificados em papel para valores escriturais. O processo prolonga-se até final de Novembro de 2029 e requer presença física do titular ou procuração específica.

A passagem pode ser agendada previamente para o balcão de maior conveniência, através do serviço de marcação disponível nas redes dos CTT. A operação destina-se a regularizar os certificados antigos, mantendo a acessibilidade à poupança estatal.

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