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Fidelidade concede moratória de 60 dias no pagamento de prémios de seguros

Fidelidade concede moratória de 60 dias no pagamento de prémios em zonas de calamidade; equipas de gestão de sinistros mobilizadas e apoio prioritário aos clientes afetados

Cheias em Portugal devido a chuvas fortes e avisos vermelhos nos rios Tejo e Mondego
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  • Fidelidade concede moratória de 60 dias no pagamento de prémios de seguros a clientes particulares e empresas residentes ou com bens seguros em zonas em calamidade devido ao mau tempo.
  • A seguradora criou uma linha de atendimento prioritário, mobilizou unidades móveis de emergência e reforçou as equipas de peritos no terreno.
  • Processos de multirrisco habitação até 5.000 euros são dispensados de peritagem presencial.
  • A Fidelidade acompanha a evolução da situação e atua em articulação com a rede comercial para apoiar a retoma.
  • O temporal Kristin, Leonardo e Marta deixou dezoito mortos; as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas; a situação de calamidade terminou a 15 de fevereiro.

A Fidelidade anunciou a concessão de uma moratória de 60 dias no pagamento de prémios de seguros para particulares e empresas com bens segurados ou residentes nos territórios afetados pelas calamidades, causadas pelo mau tempo. A medida visa facilitar a regularização durante a fase de recuperação.

A seguradora informou que a decisão decorre do impacto das depressões que atingiram várias regiões de Portugal e da declaração de calamidade em diversos concelhos. A ação inclui apoio a clientes, independentemente de serem particulares ou empresas.

Além da moratória, a Fidelidade criou uma linha de atendimento prioritário, deslocou unidades móveis de emergência e reforçou equipas de peritos no terreno. Também dispensa de peritagem presencial processos de multirrisco habitação até 5.000 euros.

Contexto das vítimas e impactos materiais

De acordo com as autoridades, 18 pessoas morreram no país devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta. O temporal provocou feridos, desalojados e danos em habitação, empresas, infraestruturas e serviços.

As regiões mais atingidas foram o Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e o Alentejo. Destruição de estruturas, quedas de árvores, encerramento de vias e cortes em energia, água e comunicações foram alguns dos impactos relatados.

A situação de calamidade que abrangia 68 concelhos terminou a 15 de fevereiro, consolidando o fim formal do estado de alerta em grande parte do território. A recuperação segue em curso com apoio público e privado.

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