- César Araújo assumiu, no fim do ano passado, um novo mandato como presidente da Associação Nacional das Indústrias de Vestuário, Confecção e Moda (Anivec).
- O presidente da Anivec critica a União Europeia pela falta de proteção da indústria local face à entrada massiva de produtos asiáticos.
- Aponta a ausência de reciprocidade nos acordos comerciais entre a UE e outros países.
- Defende políticas que favoreçam as exportações europeias.
- Alega que a taxa de três euros sobre encomendas não é suficiente para enfrentar os desafios do setor.
César Araújo assumiu, no fim do ano passado, um novo mandato à frente da Associação Nacional das Indústrias de Vestuário, Confecção e Moda (Anivec).
O presidente da Anivec critica a União Europeia pela falta de proteção da indústria local face à entrada massiva de produtos asiáticos, destacando uma ausência de reciprocidade nos acordos comerciais.
Araújo aponta a necessidade de políticas que favoreçam as exportações europeias e afirma que a nova taxa de três euros sobre encomendas não é suficiente para enfrentar os desafios do setor.
A posição é apresentada no contexto nacional, dentro da UE, onde a indústria têxtil luta pela competitividade frente a importações de origem asiática, sem informações sobre impactos específicos.
A Anivec defende medidas adicionais para apoiar a indústria europeia, sem indicar prazos ou detalhes de políticas, mantendo o foco na melhoria da balança comercial do setor.
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