- O Supremo Tribunal Federal do Brasil acusa Nelson Tanure de ser “sócio oculto” na investigação à queda do Banco Master.
- O Banco Master é a instituição financeira brasileira envolvida na liquidação em investigação.
- Em Portugal, Tanure foi acusado de ocultar a concertação de poder na antiga Portugal Telecom, ligada à Pharol.
- O brasileiro já foi investigado e condenado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) de Portugal por dúvidas sobre o exercício de poder na Pharol.
- O caso envolve, portanto, acusações relacionadas com a atuação de Tanure em empresas brasileiras e portuguesas.
Nelson Tanure, empresário brasileiro, é descrito pela Suprema Corte brasileira como o eventual sócio oculto na queda do banco brasileiro Banco Master. O caso envolve a liquidação da instituição financeira, com o STF a sustentar que o empresário teve papel significativo na rede de poderes associada ao caso.
Além do enquadramento no Brasil, o mesmo executivo enfrentou acusações em Portugal por alegadamente ocultar a concertação de poder em uma empresa nacional.
Contexto internacional
No Brasil, o Banco Master entrou em processo de liquidação, com investigações em curso sobre possíveis irregularidades na gestão e nas relações entre acionistas. O STF tem mantido o foco na identificação de figuras ligadas à intervenção na instituição.
Em Portugal, a atuação de Tanure foi associada a dúvidas sobre a influência exercida na antiga Portugal Telecom, situação que levou a investigações pela CMVM, que resultaram em condenação relacionada a práticas de governança e controle societário na Pharol.
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