- As exportações das viagens e turismo atingiram 29.131 milhões de euros no ano passado, registando um novo recorde para o sector.
- O ritmo de crescimento das receitas turísticas foi o mais baixo dos últimos anos, mesmo com o aumento das receitas.
- Excluindo o ano de 2020, apenas 2009 e 2008 tiveram resultados homólogos piores, com quedas de -7% e 0,5%, respetivamente.
- Os principais mercados emissores foram o Reino Unido (4,3 mil milhões), a Alemanha (3,4 mil milhões) e a França (3,2 mil milhões), este último a descer 1,2% face a 2024.
- O saldo de viagens e turismo atingiu 22 mil milhões de euros, correspondendo a 7,2% do PIB, e o excedente da balança de serviços subiu 1,3 mil milhões de euros para 33,1 mil milhões.
As receitas do turismo arrefeceram o ritmo de crescimento, mas alcançaram um novo recorde de 29.131 milhões de euros no último ano. O montante representa um aumento de 5% face a 2024, sustentando a balança comercial pela via das viagens e turismo.
O desempenho ficou aquém do que vinha a registar nos anos anteriores, e a comparação com períodos pré-pandemia mostra um arrefecimento. Excluindo 2020, apenas 2009 e 2008 apresentaram impactos superiores na série homóloga.
Entre os mercados emissores, o Reino Unido liderou as receitas com 4,3 mil milhões de euros, seguido da Alemanha (3,4 mil milhões) e da França (3,2 mil milhões). Este último recuou 1,2% face a 2024, contrariando a tendência de crescimento.
Os mercados norte-americano e espanhol também tiveram contributos relevantes, com 3,1 mil milhões de euros (mais 8%) e 2,9 mil milhões, respetivamente. Em termos de fluxos, as importações ligadas ao turismo cresceram 4,5% na comparação anual.
Saldo de viagens e turismo atingiu 1,1 mil milhões de euros, elevando o valor nominal da série para 22 mil milhões de euros, o que corresponde a 7,2% do PIB. O turismo impulsionou o excedente da balança de serviços em 1,3 mil milhões de euros face a 2024.
No conjunto, as exportações de bens e serviços superaram as importações em 3,7 mil milhões de euros, equivalente a 1,2% do PIB, apesar do défice na balança de bens. O desempenho do turismo contribuiu para esse resultado global.
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