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Lisboa e Vale do Tejo registam 107,9 milhões de prejuízos agrícolas

Lisboa e Vale do Tejo registam 107,9 milhões de euros em prejuízos agrícolas; 1.129 candidaturas, 57 delas acima do teto de 400 mil euros

Inundações provocadas pelas águas do rio Mondego em Montemor-o-Velho
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  • Agricultores de Lisboa e Vale do Tejo declararam 107,9 milhões de euros de prejuízos na agricultura causados pelo mau tempo, entre 29 de janeiro e esta quinta-feira, segundo a CCDR.
  • Foram submetidas 1.129 candidaturas aos apoios para repor o potencial produtivo, num montante total de 107,9 milhões de euros (pendentes de análise).
  • Setenta e cinco candidaturas ultrapassam o teto de apoio de 400 mil euros, correspondendo a cerca de 55 milhões de euros de prejuízo declarado; nove casos superam um milhão de euros.
  • A região mais afetada foi o Oeste, com mais de 42 milhões de euros, seguida pela Lezíria do Tejo, Médio Tejo, Península de Setúbal e Grande Lisboa, com diversas localizações detalhadas.
  • Dezoito pessoas morreram em Portugal devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta; a calamidade que afetou 68 concelhos terminou a 15 de fevereiro.

Lisboa e Vale do Tejo registam 107,9 milhões de euros em prejuízos na agricultura provocados pelo mau tempo desde 29 de janeiro. Os números surgem da CCDR e refletem candidaturas aos apoios para repor o potencial agrícola.

Até hoje, 1.129 candidaturas foram apresentadas, totalizando 107,9 ME em montante. Na véspera eram 1.054 candidaturas e 99,2 ME de prejuízos declarados.

Prejuízos globais e distribuição por itens

Danos em armazéns e construções somam 61,9 ME, entre estufas e estruturas de apoio. Culturas permanentes representam 20,8 ME, máquinas 8,4 ME, culturas temporárias 7,3 ME e morte de animais 582 mil euros.

Dezenas de candidaturas ultrapassam o teto de apoio (400 mil euros), correspondendo a um prejuízo declarado próximo de 55 milhões. 57 candidaturas superam esse limite, com nove casos acima de um milhão.

Distribuição regional dos prejuízos

Oeste é a região mais afetada, com mais de 42 ME. Torres Vedras lidera com 14,2 ME, seguida de Caldas da Rainha (7,1) e Alcobaça (5,4). Outros municípios apresentam perdas inferiores a 5 ME.

A Lezíria do Tejo soma mais de 28 ME, com Azambuja (8,7) e Benavente (3,7) entre os mais atingidos. Santarém e Coruche também registam valores relevantes.

O Médio Tejo reporta 14,8 ME, com Ourém (4,6) e Ferreira do Zêzere (3,1) entre as zonas de maior prejuízo. Tomar e Abrantes estão entre as áreas com valores significativos.

A Península de Setúbal declarou 10,4 ME, concentrados em Alcochete (5,4) e Montijo (3,3). Mafra concentra a maioria da Grande Lisboa com 1,5 ME, totalizando 2,3 ME na região.

Contexto técnico e impacto humano

Ao todo, 18 pessoas morreram em Portugal devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta. Houve centenas de feridos, desalojados e danos materiais significativos, incluindo cortes de energia, água e estradas.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais atingidas. A situação de calamidade que afetava 68 concelhos terminou a 15 de fevereiro.

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