- A Autoridade da Concorrência decidiu, em 18 de dezembro, não opor-se à aquisição da Secil pela Cementos Molins.
- A AdC considerou que a operação não cria entraves significativos à concorrência no mercado nacional.
- A Semapa detém a Secil; a Cementos Molins é uma empresa espanhola cotada na Bolsa de Barcelona.
- A Secil atua em cimento, betão, agregados, argamassas e cal hidráulica; a Molins trabalha no setor e tem presença em vários países europeus, americanos e africanos.
- Observações devem ser enviadas à AdC em 10 dias úteis; a venda da Secil por 1,4 mil milhões de euros implicará uma mais-valia estimada de cerca de 400 milhões de euros em 2026.
A Autoridade da Concorrência (AdC) aprovou a operação de concentração entre a Secil, controlada pela Semapa, e a Cementos Molins, sem se opor à transação. A decisão foi publicada no portal do regulador no dia 18 deste mês e indica que não deverá criar entraves significativos à concorrência no território nacional.
Segundo a AdC, a operação não é suscetível de afectar a concorrência efetiva no mercado nacional, nem em parte substancial dele. A Secil atua no sector das cementárias e de materiais de construção, enquanto a Molins é cotada na Bolsa de Barcelona e também opera no cimento, betão e derivados.
A Semapa, que detém a Secil, é fabricante de cimento, betão, agregados, argamassas e cal hidráulica e opera em vários países. A Molins tem presença europeia, africana e americana, com atividades de pré-fabricados de betão em Portugal através da Prefabricaciones y Contratas e Concremat.
Observações sobre a operação devem ser comunicadas à Concorrência no prazo de 10 dias úteis. Em 19 de dezembro, a Semapa anunciou a venda da Secil à Molins por 1,4 mil milhões de euros, projetando uma mais-valia de cerca de 400 milhões de euros no exercício de 2026.
Entre na conversa da comunidade