- O Mercado Municipal da Nazaré foi encerrado por danos na cobertura causados pelo mau tempo, com amianto, e vai funcionar provisoriamente no Centro Cultural local.
- A decisão foi tomada por razões preventivas para salvaguardar a saúde e a segurança de vendedores, trabalhadores e utentes.
- Cerca de quarenta vendedores serão deslocalizados para o Centro Cultural, assegurando a continuidade da atividade económica e o abastecimento da população.
- A câmara prevê iniciar obras de requalificação da cobertura na próxima semana, com reabertura prevista para a primeira semana de abril, e está a avaliar manter em funcionamento espaços com entrada autónoma, desde que não haja acesso ao interior.
- Além da cobertura, vão ocorrer melhorias no interior do edifício (pavimento, instalações elétricas e sanitárias) para valorizar o equipamento; o texto também menciona as mortes associadas às depressões que afetam o país.
O Mercado Municipal da Nazaré encerrou as portas devido aos estragos provocados pelo mau tempo, passando a funcionar provisoriamente nas instalações do Centro Cultural da vila. A decisão foi comunicada pela Câmara da Nazaré nesta quarta-feira.
O encerramento imediato decorre de uma determinação das autoridades de saúde, após terem sido verificados danos na cobertura, que contém amianto. A autarquia justificou a medida por razões estritamente preventivas, para salvaguardar vendedores, trabalhadores e utentes.
Quarenta vendedores vão transferir-se para o Centro Cultural, assegurando a continuidade da atividade económica e o abastecimento da população. A câmara prevê obras de requalificação da cobertura já a partir da próxima semana, com reabertura prevista para a primeira semana de abril.
Intervenção e prazos
A autarquia fará ainda melhorias no interior do mercado, incluindo recuperação do pavimento, instalações elétricas e requalificação das sanitárias. Sobre a continuidade de espaços com entrada autónoma, a avaliação ocorrerá nos próximos dias, desde que não haja acesso ao interior.
Contexto nacional
No país, 18 pessoas faleceram na sequência das depressões Kristin, Leonardo e Marta. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas, com danos generalizados, cortes de serviços e estradas.
A câmara reforçou a exigência de que as obras visem não apenas resolver o problema estrutural, mas também dignificar o equipamento central para a dinâmica económica e social do concelho.
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