- A Pharol, herdada de uma parte tóxica da Portugal Telecom, teve reconhecido em tribunal luxemburguês o direito a créditos contra a empresa falida Rioforte, do Grupo Espírito Santo.
- O tribunal reconheceu que a Pharol pode reclamar efetivamente os 897 milhões de euros perdidos na Rioforte.
- Nem todo o valor será recuperado, mas a decisão aumenta a certeza sobre o futuro da Pharol.
- As ações da Pharol dispararam na Bolsa de Lisboa, com os acionistas a reagirem positivamente.
O tribunal de Luxemburgo reconheceu que a Pharol pode reclamar créditos perante a Rioforte, empresa falida ligada ao Grupo Espírito Santo. A decisão envolve cerca de 897 milhões de euros e marca o fim de mais de uma década de litígios. A Pharol é herdeira de parte da antiga Portugal Telecom.
Quem participa: Pharol, acionista sobrevivente da PT, e os ativos do Grupo Espírito Santo através da Rioforte, cuja falência motivou o processo. O objetivo é recuperar parte dos montantes perdidos com a défice financeira do grupo.
Quando e onde: a decisão foi comunicada recentemente, em Luxemburgo. O desfecho acontece após longos litígios relacionados com a falência da Rioforte e com o colapso da PT, em Portugal.
Porquê e impacto: o reconhecimento judicial não garante o pagamento total de 897 milhões, mas reforça a possibilidade de recuperação de parte dos créditos. O mercado reagiu de forma positiva, com subida das ações da Pharol na bolsa de Lisboa.
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