- O secretário-geral adjunto da Organização de Estados Ibero-Americanos defende o alargamento do acordo entre a União Europeia e o Mercosul para mais países.
- Andrés Delich afirma que o comércio livre facilita a circulação da produção e funciona como mecanismo de integração entre regiões.
- A ideia é que mais países latino-americanos adiram ao acordo com a UE, aumentando as possibilidades de comércio livre.
- Delich admite que a concorrência entre os países deve crescer bastante.
- Diz que, na UE, o acordo não terá impacto decisivo nos preços nem na produção, e representa uma oportunidade para o comércio de minerais raros, lítio e energia.
O secretário-geral adjunto da Organização de Estados Ibero-Americanos defende o alargamento do acordo entre a União Europeia e o Mercosul a mais países. A posição foi expressa em declarações ao jornal CM.
Delich explica que o comércio livre favorece a circulação de produção e vê o acordo como mecanismo de integração regional. Com a adesão de outros Estados da região, as oportunidades de comércio entre a UE e a América Latina devem crescer.
Segundo o responsável, o impacto sobre preços e produção na UE não seria decisivo. Mesmo assim, a expansão é vista como uma forma de ampliar elos comerciais entre continentes, reforçando o papel da UE na região.
Expansão do acordo UE-Mercosul
A organização aposta que a adesão de mais países aumentaria a circulação de bens e diferenciaria fluxos comerciais. O enfoque recai sobre recursos estratégicos, como minerais raros, lítio e energia, áreas em que a América Latina tem peso significativo.
A UE e o Mercosul são formados por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A defesa de ampliar o número de signatários surge num contexto de busca por cadeias de abastecimento mais diversificadas e fortes.
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