- A família do chamado “curandeiro de empresas” entrou em insolvência em 2024, apesar das promessas do Grupo Believe de salvar empresas em risco.
- Mário Costa, Fábio Augusto Moura e restante família recorreram a processos de insolvência no ano de 2024.
- As dívidas da família já ultrapassam 3,5 milhões de euros.
- O Grupo Believe era conhecido por prometer soluções para recuperar empresas em dificuldade.
- A notícia relata o desfecho financeiro da família em contraste com as promessas de recuperação do grupo.
Foi tornado público que a família associada ao chamado curandeiro de empresas declarou insolvência em 2024. O grupo envolvido é ligado a Mário Costa, com a participação da mãe e da irmã, segundo documentos judiciais.
As informações indicam que as dívidas totais da família ultrapassam os 3,5 milhões de euros. Os processos de insolvência abrangem várias empresas familiares e relações de negócio associadas.
Mário Costa esteve num evento da Believe, ao lado de Fábio Augusto Moura, conforme imagens divulgadas pela imprensa. A empresa Group Believe era apontada como solução para empresas em risco de falência, segundo as declarações públicas.
Contexto
A notícia relaciona-se com a recuperação de empresas em risco que, no passado, prometia evitar prejuízos para o Estado. O desfecho financeiro da família contrasta com o objetivo de apoiar negócios em dificuldade.
As autoridades não avançaram, até ao momento, com comentários adicionais sobre o desfecho dos processos. Mantêm-se os registos de insolvência e a lista de credores ainda não foi publicada.
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