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Queixas contra o setor das entregas ao domicílio aumentam 20% em 2025

Reclamações disparam 20,36% no delivery em Portugal; Uber Eats lidera queixas, Glovo tem pior desempenho e tempos de resposta aumentam

A Uber Eats foi a empresa alvo de mais queixas no ano passado
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  • O sector das entregas ao domicílio em Portugal registou 3.263 reclamações no Portal da Queixa, mais 20,36% face a 2024.
  • Uber Eats continua a liderar as queixas, representando mais de metade, seguido por Glovo e Bolt Food, que juntos respondem a 99% do total.
  • Glovo apresenta o pior desempenho, com 14,5/100 de satisfação, enquanto a Uber Eats tem 45,4/100 e taxa de resolução de 50%. A Marmita obtém 75/100 de satisfação e 100% de resolução.
  • As queixas concentram-se nos horários de maior procura, principalmente entre as 20h e as 22h, com 21,33% do total, e entre as 14h e as 15h, com 13,06%.
  • Principais causas: pagamentos (31,27%), falhas operacionais (30,59%) e falhas técnicas nas apps (15,51%), com maior incidência em Lisboa e Porto (cerca de 60% do total).

O sector das entregas ao domicílio em Portugal registou um aumento de 20,36% de reclamações em 2025, totalizando 3263 ocorrências no Portal da Queixa. O estudo, da Consumers Trust Labs, aponta ainda uma quebra na satisfação dos clientes e um atraso de 12,04% no tempo de resposta das marcas.

A Uber Eats concentra mais de metade das queixas, mantendo uma satisfação de 45,4/100 e uma taxa de resolução de 50%. A Glovo apresenta o pior desempenho, com 14,5/100 de satisfação, classificado como insatisfatório. Fora deste trio, a Marmita regista 100% de soluções e 75/100 de satisfação.

Divisão de padrões de queixa e horários

As reclamações aumentaram no início do ano, com um salto de 130,47% em janeiro e 55,02% em fevereiro. Falhas reportadas incluem problemas de pagamento (31,27%), operações (30,59%) e falhas técnicas nas apps (15,51%).

As maiores concentrações de reclamações ocorrem em Lisboa e Porto, responsáveis por cerca de 60% do total nacional. Entre os reclamantes, 65% têm entre 25 e 44 anos, com ligeira maioria feminina. A análise conclui que as plataformas não escalonaram o suporte à mesma velocidade do crescimento do negócio.

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