- Eduardo Ferreira, bombeiro de Braga conhecido como “Dudu”, diz ser herdeiro e quer usufruir das casas de Marco Paulo, nomeadamente a de Sesimbra e a do Algarve.
- Em julho, segundo ele, houve uma reunião com o compadre do cantor em que ficou combinado que lhe eram dadas as chaves; porém, até ao momento não houve novas propostas nem contactos.
- Dudu afirma que vai avançar por via legal para assegurar o que entende ser o seu direito, dizendo que pretende ver as casas com o auxílio do seu advogado e não quer ficar de fora.
- O compadre de Marco Paulo questiona o paradeiro de bens valiosos do cantor, incluindo o ouro e a arte sacra, insinuando que podem ter desaparecido.
- O empresário tem recebido royalties de 2023, mas afirma que o montante não cobre as despesas já feitas, que incluem Imposto de Selo, advogados, viagens e outros documentos.
O caso da herança de Marco Paulo aproxima-se de uma solução ainda incerta, 16 meses após a morte do artista. Eduardo Ferreira, bombeiro de Braga que recebeu 10% do património, afirma querer usufruir das casas de Sesimbra e do Algarve, mantendo o seu direito como herdeiro.
Segundo o relato de Eduardo, a ideia de passar férias nas casas terá sido discutida numa reunião com o compadre do cantor em julho. Desde então, o contacto não se repetiu e ele afirma que não recebeu uma proposta adequada, recusando-se a insistir e esperando uma via legal para assegurar o que entende por direito.
Dudu adianta que vai consultar o advogado para tratar das chaves e visitar as residências em breve, caso haja confirmação de acesso às propriedades. Ele sustenta que, se Marco Paulo quis que ficassem com as coisas, também é legítimo saber onde ficam.
Ao CM, Eduardo Ferreira lançou questões sobre o paradeiro de bens valiosos, incluindo ouro e arte sacra que pertenciam ao cantor, levantando dúvidas sobre o destino destes itens. O suspeito desaparecimento de bens tem gerado controvérsia entre familiares e herdeiros.
O bombeiro de Braga já recebeu algumas verbas de direitos conexos referentes a 2023, que não cobriram os custos que teve até agora. Em declarações feitas, ele afirma ter gasto mais de 20 mil euros com impostos, advogados, viagens a Lisboa e documentos necessários para regularizar a situação.
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