- O Montepio registrou quebra de lucros em 2025, com o lucro a ceder 6% apesar de ter superado os 100 milhões de euros.
- Depósitos aplicados pela instituição atingiram um novo recorde.
- A garantia pública ajudou a impulsionar o crédito no banco.
- Pedro Leitão está de saída, mantendo a defesa do trabalho realizado desde janeiro de 2020 à frente da instituição.
- Leitão destacou melhorias nas avaliações de agências de rating como validação da estratégia implementada.
O Banco Montepio registou uma quebra de lucros em 2025, com uma diminuição de 6% face ao ano anterior, embora tenha conseguido manter lucros superiores a 100 milhões de euros. O desempenho sustentou-se apesar do abrandamento, refletindo um ambiente de maior prudência no setor.
Os depósitos aplicados pelo banco atingiram um máximo histórico, sustentando a capacidade de crédito da instituição. O papel da garantia pública foi apontado como contributo relevante para a subida de atividade creditícia, que beneficiou a carteira de clientes.
Pedro Leitão, atual líder da instituição desde janeiro de 2020, encontra-se numa fase de transição, com indicação de saída prevista. A gestão insiste que o caminho traçado continua alinhado com o planeamento estratégico.
Apesar da quebra de lucros, Leitão defende o trabalho realizado, destacando melhorias nas avaliações de agências de rating. Segundo o topo da instituição, essas avaliações justificam a perceção de eficácia da estratégia implementada.
No conjunto, o Montepio apresenta uma perspetiva de maior maturidade de risco, associada a um cenário de maior exigência regulatória. A instituição mantém o foco na solidez financeira e na sustentabilidade da carteira de ativos.
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