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Banqueiros reconhecem riscos de manter garantia pública para jovens após 2026

Banco admite riscos de manter garantia pública para jovens após 2026; impacto nos custos e no crédito à habitação em Portugal

Isabel Guerreiro será a nova presidente do Santander a partir de 1 de Março, mas, como número dois até aqui, foi chamada já a responder a perguntas dos jornalistas
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  • A garantia estatal permite que jovens até aos 35 anos financiem na totalidade a compra de casa com bancos, sem entrada.
  • A medida, válida até ao fim deste ano, dinamiza o crédito à habitação em Portugal, apesar do aumento dos preços dos imóveis.
  • Bancos têm pedido mais dinheiro para financiar clientes sob esta proteção; há aumento do custo de financiamento.
  • O Santander Totta diz que prolongar a garantia para lá de 2026 pode não ser benéfico.
  • O Banco Português de Investimento (BPI) ainda não apresentou uma resposta definitiva sobre a continuidade após o prazo atual.

A garantia do Estado que permite aos jovens até aos 35 anos financiar a casa sem entrada tem dinamizado o crédito à habitação em Portugal. A medida mantém-se até ao fim deste ano, com bancos a considerar aumentar a concessão sob proteção pública.

O Banco BPI sublinhou que não há resposta definitiva sobre a extensão da garantia para além do prazo atual. Ainda assim, reconhece que o prolongamento pode implicar custos adicionais para o sistema financeiro.

O Santander Totta, com a maior quota de crédito concedido sob a garantia, também sinalizou cautela, indicando que a prorrogação pode não ser benéfica para todos os intervenientes. A instituição não descartou impactos.

Especialistas apontam ganhos para jovens e para o setor financeiro, ao mesmo tempo que alertam para subida de preços da habitação. Governo e bancos discutem cenários e impactos no mercado de crédito.

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