- A Vila Galé planeia abrir doze hotéis até ao início de 2028, sendo seis em Portugal e seis no Brasil, num investimento total de 210 milhões de euros.
- No Brasil, as primeiras aberturas são em São Luís do Maranhão, com dois hotéis Vila Galé Collection São Luís (51 quartos) e Vila Galé Collection Maranhão (43 quartos); a primeira fase abre em novembro e a segunda em junho de 2027, num investimento de 14 milhões.
- Ainda no Brasil, até 2028 estão previstas quatro unidades: Vila Galé Florianópolis (309 quartos, 27 milhões de euros; abertura prevista para abril de 2028), Vila Galé Brumadinho (312 quartos; abertura em 2028; investimento de 27 milhões), Vila Galé Coruripe Nep Kids (350 quartos; abertura prevista para maio de 2027) e Vila Galé Collection Coruripe Alagoas (144 quartos; investimento de 35 milhões).
- Em Portugal, destacan-se seis hotéis, incluindo Vila Galé Collection Paço Real de Caxias, em Oeiras (120 quartos, 16 milhões; abertura em 2027), Vila Galé Collection Lisboa (110 quartos, 35 milhões; abertura em 2028) e Vila Galé Collection Mirandum, em Miranda do Douro (100 quartos, 16 milhões).
- Outros projectos incluem Vila Galé Collection Tejo, na Golegã (116 quartos, 15 milhões; abertura prevista para 2027) e Vila Galé Collection Penacova (84 quartos, 14 milhões; abertura no primeiro trimestre de 2027). A rede inclui ainda a abrir Vila Galé Collection Terceira, nos Açores (106 quartos, 16 milhões; abertura em 2028).
A Vila Galé prevê abrir 12 hotéis até ao início de 2028, num investimento estimado de 210 milhões de euros. A informação foi anunciada hoje pelo grupo, em Lisboa, durante encontro com jornalistas.
O plano inclui seis unidades em Portugal e seis no Brasil. As primeiras aberturas devem ocorrer no Brasil, com foco no São Luís do Maranhão, onde já se desenvolvem dois hotéis: Vila Galé Collection São Luís (51 quartos) e Vila Galé Collection Maranhão (43 quartos).
Para estes projetos no Maranhão, a primeira fase abre em novembro e a segunda em junho de 2027, num investimento de 14 milhões de euros. O grupo aponta mais quatro unidades no Brasil até 2028, incluindo o Vila Galé Florianópolis (309 quartos, 27 milhões de euros) e o Vila Galé Brumadinho (312 quartos, 27 milhões), com aberturas previstas em 2028.
Entre outros projetos no Brasil, constam ainda o Vila Galé Coruripe Nep Kids (350 quartos) e o Vila Galé Collection Coruripe Alagoas (144 quartos), com investimento de 35 milhões de euros e previsão de inauguração em 2027. Em Portugal, destacam-se o Vila Galé Collection Paço Real de Caxias (Oeiras, 120 quartos, 16 milhões, 2027), o Vila Galé Collection Lisboa (110 quartos, 35 milhões, 2028) e o Vila Galé Collection Mirandum, em Miranda do Douro (100 quartos, 16 milhões).
Além disso, para 2027 está previsto o Vila Galé Collection Tejo, na Golegã, com 116 quartos e 15 milhões, e o Vila Galé Collection Penacova (84 quartos, 14 milhões), ainda sem data concreta de abertura. O presidente Jorge Rebelo de Almeida apontou reforço da presença nos Açores, com o Vila Galé Collection Terceira (106 quartos, 16 milhões), para 2028.
A administração destacou ainda que Moçambique está excluído do momento; Cabo Verde é visto como prioridade, com visita prevista para a próxima semana. Em termos de resultados, a Vila Galé anunciou receitas de 321 milhões de euros em 2025, mais 15% que o exercício anterior, com perspetivas de crescimento este ano.
No conjunto atual, o grupo já detém 52 hotéis — 34 em Portugal, 13 no Brasil, quatro em Cuba e um na Espanha — totalizando mais de 10 mil quartos e 25 mil camas. Os hotéis de Cuba e da Espanha enfrentam sazonalidade e recuperação turística após a pandemia, segundo a administração.
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