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Empresários de Leiria apelam a construtoras para a recuperação pós-Kristin

NERLEI apela a construtoras para mobilizar na reconstrução de Leiria após Kristin, com pressão pela falta de mão-de-obra e prazos mais flexíveis

Depressão Kristin destruiu centenas de unidades industriais
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  • A Associação Empresarial da Região de Leiria (NERLEI) pediu às construtoras que participem na recuperação após a tempestade Kristin.
  • A falta de mão-de-obra é apontada como o principal entrave; os materiais de construção vão aparecendo no mercado, apesar de alguma especulação.
  • O diretor executivo, Henrique Carvalho, pediu ao Governo uma suspensão de prazos do Plano de Recuperação e Resiliência por pelo menos seis meses para facilitar a mobilização de empresas.
  • O objetivo é desviar empresas de construção para a região e acelerar obras, com apoio rápido e menos burocracia; foram relatadas dificuldades de acesso a apoios via Segurança Social.
  • A NERLEI pretende reunir ainda esta semana a Estrutura de Reconstrução da região centro e marcar encontro com empresários da região para clarificar a operacionalização dos apoios.

O que aconteceu, quem está envolvido, quando e onde: uma semana após a tempestade Kristin ter devastado a região centro, empresários de Leiria apelam às construtoras para ajudarem na recuperação. A associação NERLEI aponta défice de mão-de-obra como o principal entrave. O esforço visa acelerar a reconstrução de habitações, comércio e indústria afetados.

Quem está envolvido: a NERLEI, Associação Empresarial da Região de Leiria, e o sector da construção. Henrique Carvalho, director executivo, afirma que a mobilização é essencial para evitar o agravamento dos prejuízos e para responder às necessidades urgentes da região.

Quando e onde: o apelo surge uma semana depois de Kristin, na região centro de Portugal, com foco na área de Leiria. A ideia é mobilizar empresas de construção para reforçar a resposta rápida às mesmas zonas atingidas.

Porquê: segundo a NERLEI, a disponibilidade de materiais está a manter-se estável, apesar de alguma especulação. O grande problema é a falta de mão-de-obra que projeta atrasos maiores, caso não haja intervenção coordenada.

O que se segue: o director executivo pede ao Governo uma suspensão de prazos do PRR por pelo menos seis meses para facilitar a mobilização de obras. A medida permitiria realocar empresas para a região.

Assistência e obstáculos: há ainda atrasos na perceção de apoios anunciados, especialmente na Segurança Social, com dificuldades de acesso através de plataformas online. A associação quer acelerar a chegada de apoio prático ao terreno.

Perspectivas: a NERLEI planeia encontros com a Estrutura de Missão para a Reconstrução da região centro do país e com empresários locais. O objetivo é clarificar a operacionalização dos apoios e facilitar a recuperação.

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