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Empresa de Proença-a-Nova regista prejuízos de 2 milhões por mau tempo

Empresa em Proença-a-Nova regista prejuízos de 2 milhões de euros; cinco outras interrompem atividade devido ao mau tempo provocado pela depressão Kristin

Proença-a-Nova
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  • Uma empresa no Parque Empresarial de Proença-a-Nova (PEPA) sofreu prejuízos de cerca de dois milhões de euros em estrutura e equipamentos; cinco outras tiveram de interromper a atividade.
  • A presidente da Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) sublinha que o levantamento é ainda preliminar e que os setores agrícola e pecuário são os mais atingidos pela depressão Kristin.
  • Em Castelo Branco, os danos concentram-se em painéis fotovoltaicos e estruturas; apenas um estabelecimento comercial de grande dimensão registou destruição de fachada e cobertura.
  • No concelho de Vila Velha de Ródão e na Sertã, verificam-se danos a coberturas e fachadas; há empresas sem condições de laborar, com forte impacto no setor papel.
  • O Governo declarou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos, com um pacote de apoio até 2,5 mil milhões de euros; as seguradoras estão a acelerar indemnizações.

Uma empresa instalada no Parque Empresarial de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, regista prejuízos estimados em cerca de 2 milhões de euros na estrutura e equipamentos. Cinco outras empresas interromperam atividade, devido aos impactos do mau tempo.

A presidente da Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) afirma que o levantamento é preliminar. Cada caso envolve custos diferentes, com alguns estabelecimentos devastados e outros com capacidades limitadas de retomar a laboração. Os setores agrícola e pecuário lideram as perdas.

No PEPA, além dos danos na estrutura, existem duas carpintarias com prejuízos significativos, um aviário com quebra de produção e uma oficina automóvel com danos aos veículos. Cinco empresas mantêm atividade interrompida.

Destruição por região

Em Castelo Branco, os principais danos dizem respeito a painéis fotovoltaicos e às estruturas, principalmente coberturas, condicionando a atividade de várias empresas. AEBB não regista interrupções generalizadas, além de um grande estabelecimento comercial com fachada e cobertura destruídas.

Em Vila Velha de Ródão, os danos concentram-se em coberturas e fachadas, com o setor do papel fortemente afetado. No setor agrícola/pecuário verificam-se perdas de produção, assim como danos em armazéns e barracões, sem registo de animais mortos.

Outros prejuízos surgem em Oleiros, onde a associação identificou apenas uma empresa com danos em painéis fotovoltaicos e sem registo de interrupção de atividade. Em Sertã, várias estruturas foram danificadas, sobretudo coberturas, com duas empresas a registar prejuízos expressivos que condicionam a laboração.

Em Vila de Rei, os danos concentram-se em coberturas e estruturas, com algumas empresas sem condições para laborar. As seguradoras procuram agilizar orçamentos para indemnizações e facilitar a liquidez das empresas.

De forma geral, as autoridades indicam centenas de feridos e desalojados. O Governo declarou calamidade para 68 concelhos e anunciou um pacote de apoio de até 2,5 mil milhões de euros. As mortes associadas ao temporal permanecem elevadas.

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