- A Associação Portuguesa de Seguradores defende mudanças estruturais na proteção de pessoas e bens, incluindo o alargamento da obrigatoriedade do seguro e a criação de um Fundo de Catástrofes.
- A posição surge no contexto da maior frequência e gravidade de fenómenos extremos.
- A APS ainda não tem informação concreta sobre eventuais impactos nos prémios das coberturas.
- A instituição aponta para um cenário internacional em que a gravidade destes eventos já levou à insegurabilidade de alguns riscos.
A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) defende mudanças estruturais na proteção de pessoas e bens, com o alargamento da obrigatoriedade do seguro e a criação de um Fundo de Catástrofes. Esta posição surge num contexto de aumento da frequência e gravidade de fenómenos extremos.
A entidade afirma não ter ainda informação concreta sobre eventuais impactos nos prémios. Por isso, não se pronuncia sobre uma eventual subida do preço das coberturas associadas a fenómenos da natureza.
A APS também salienta um cenário internacional em que o agravamento destes eventos tem levado à insegurabilidade de alguns riscos, reforçando a necessidade de medidas estruturais para fortalecer a proteção face a desastres.
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