- Rui Lopes, presidente executivo da Simplefy, defende que emprestar 100 por cento do crédito responde ao problema da falta de poupança.
- Esta posição surge à luz das declarações dos presidentes executivos do BCP e do BPI sobre o alargamento dessa possibilidade, hoje só aplicada aos jovens abrangidos pela garantia pública.
- O responsável reconhece, contudo, que a exigência de uma entrada de dez a quinze por cento reforça o compromisso de pagamento.
- A discussão insere-se no debate sobre financiamento à habitação e as condições de crédito disponíveis para compradores.
Rui Lopes, presidente executivo da Simplefy, defende que pedir 100% do crédito para comprar casa aborda um problema de falta de poupança, em resposta às declarações de líderes de BCP e BPI sobre alargar essa possibilidade. A ideia ganha contorno na prática de crédito atual.
A Simplefy gere uma vasta rede de intermediários de crédito e analisa a viabilidade de empréstimos sem entrada. O tema surge numa altura em que se discute ampliar a disponibilidade de financiamento para aquisição de habitação.
Apesar da proposta, Lopes ressalva que a exigência de uma entrada de 10% a 15% continua a manter o compromisso de pagamento. A medida reforçaria o risco de incumprimento se não houver poupança prévia suficiente.
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