- A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) reuniu com a Federação Nacional das Associações Agrárias (FENAGRI) na quarta-feira, 21, para impulsionar o sector agrário no país.
- A FENAGRI disse ter alinhamento com as linhas do plano estratégico da CTA e pediu maior envolvimento nas atividades da Confederação, sobretudo em questões do setor agrário.
- A Federação pediu apoio da CTA no processo de transformação das associações agrárias em cooperativas, considerando o cooperativismo como motor de desenvolvimento.
- Entre as preocupações destacadas estavam a falta de divisas para importação de fertilizantes e insumos, necessidade de seguro e crédito agrícola adequados, e melhorias nas vias de acesso para escoamento de produção.
- A CTA apresentou os pilares do seu plano estratégico, pediu proatividade do sector privado na elaboração de um plano de desenvolvimento agrícola a apresentar ao Governo e reforçou a cooperação com a FENAGRI e demais stakeholders.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) reuniu-se nesta quarta-feira, 21, com a Federação Nacional das Associações Agrárias (FENAGRI) para impulsionar o setor agrário no país, numa sessão de auscultação de preocupações e contributos.
A FENAGRI afirmou, via comunicado, que se revê nas linhas orientadoras do plano estratégico da CTA e pediu maior envolvimento da Confederação nas suas atividades, com foco nos temas agrários.
A Federação solicitou apoio da CTA no processo de transformação das associações agrárias em cooperativas, visando reforçar o desenvolvimento do setor.
Entre as preocupações apontadas estão a falta de divisas para importação de fertilizantes e insumos, a necessidade de seguro e crédito agrícola ajustados à realidade moçambicana e a melhoria das vias de acesso para escoamento de produção.
A reunião integrou uma ronda de visitas aos membros, com o objetivo de auscultar dificuldades e recolher contributos para melhorar serviços aos associados e alinhar o Plano Estratégico da CTA.
Pontos-chave do Plano
A CTA apresentou os pilares do plano para o presente mandato: reforço da capacidade técnica, reforma do ambiente de negócios, revitalização do associativismo e desenvolvimento de conteúdo local.
A organização destacou ainda a necessidade de o setor privado apresentar uma proposta de desenvolvimento do setor agrário ao Governo, bem como defender o aumento da dotação orçamental para o setor.
A CTA manifestou solidariedade aos membros afetados pelas cheias e comprometeu-se a prestar suporte técnico na criação de cooperativas, além de reforçar a colaboração com a FENAGRI e outros intervenientes para o desenvolvimento sustentável do agrário moçambicano.
Entre na conversa da comunidade