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Timor-Leste arrecada mais de 3 milhões com emissão de passaportes

Timor-Leste arrecada 4,4 milhões de dólares com passaportes; chegam 90 mil unidades da Finlândia, e serviços passam a ser pagos este ano

Estado timorense arrecada mais de três milhões com emissão de passaportes
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  • O Serviço de Registo e Notariado de Timor-Leste arrecadou 4,4 milhões de dólares com a emissão de passaportes entre janeiro e 31 de dezembro de 2025, correspondendo a mais de 54 mil pessoas atendidas.
  • O diretor-geral Agostinho Vieira diz que os pedidos de passaporte aumentaram significativamente nos últimos anos, devido a quem vai trabalhar ou estudar no estrangeiro.
  • Cerca de 90 mil passaportes comprados a uma empresa da Finlândia vão chegar ao país em breve, sendo 10 mil esperados em fevereiro e mais 60 mil em abril ou maio.
  • A partir deste ano, os cidadãos timorenses vão pagar por vários serviços do Serviço de Registo e Notariado, incluindo a legalização de documentos e o bilhete de identidade.
  • O objetivo é aumentar as receitas do Estado ao tornar todos os serviços pagos.

O Serviço de Registo e Notariado de Timor-Leste informou que as receitas com a emissão de passaportes atingiram 4,4 milhões de dólares no período de janeiro a dezembro de 2025, envolvendo mais de 54 mil cidadãos. A divulgação foi feita pelo diretor-geral Agostinho Vieira.

Segundo o responsável, a procura por passaportes tem aumentado nos últimos anos, motivada por trabalhadores e estudantes que procuram oportunidades no estrangeiro. O movimento reflete uma projeção de maior mobilidade da população.

A entrada de 90 mil passaportes, contratados a uma empresa da Finlândia, deverá chegar ao país em fases nos próximos meses, com 10 mil unidades previstas para fevereiro e cerca de 60 mil para abril ou maio.

Perspetiva financeira e mudanças de tarifa

A partir deste ano, os cidadãos timorenses deverão pagar por diversos serviços prestados pelo Serviço de Registo e Notariado, incluindo a legalização de documentos e o bilhete de identidade, entre outros. A administração pública afirma que a medida visa aumentar as receitas do Estado.

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