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Acordo UE/Mercosul cria maior zona de livre-comércio do mundo

Assinado acordo UE/Mercosul cria a maior zona de livre‑comércio do mundo, eliminando tarifas para a maioria das exportações e abrindo o mercado a mais de 700 milhões de consumidores

Assinado acordo UE/Mercosul. Cria a maior zona de livre-comércio do mundo
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  • A União Europeia e o Mercosul assinaram hoje o acordo em Assunção, capital do Paraguai, criando assim a maior zona de livre comércio do mundo após 25 anos de negociação.
  • O acordo elimina tarifas para noventa e um por cento das exportações da UE para o Mercosul e para noventa e dois por cento das vendas sul-americanas para a UE.
  • O pacto abre um mercado conjunto com mais de setecentos milhões de consumidores.
  • O PIB conjunto dos países envolvidos é de cerca de 22 biliões de dólares (19 biliões de euros).
  • A assinatura contou com a presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, do presidente do Conselho Europeu, António Costa, e do comissário europeu de Comércio, Maros Sefcovic, entre representantes do Mercosul.

O acordo entre a União Europeia e o Mercosul foi assinado hoje em Assunção, capital do Paraguai, encerrando 25 anos de negociações. O pacto estabelece a maior zona de livre comércio do mundo.

A assinatura contou com a presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do presidente do Conselho Europeu, António Costa. Assinaram os acordos representantes dos países do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e o comissário europeu de Comércio, Maros Sefcovic.

O acordo prevê a eliminação de tarifas para 91% das exportações da UE para o Mercosul e para 92% das vendas sul-americanas para a Europa, abrindo um mercado com mais de 700 milhões de consumidores. O PIB conjunto é estimado em cerca de 22 biliões de dólares (19 biliões de euros).

Detalhes do acordo

O acordo aponta para maior previsibilidade para empresas de ambos os lados e reforça normas de qualidade, regras técnicas e governança comercial. A Comissão Europeia sublinha ganhos potenciais em setores como agricultura, indústria e serviços.

Analistas destacam ainda que o pacto depende de ratificações nacionais, processo que pode levar vários meses ou anos; até lá, as condições de acesso ao mercado permanecem sujeitas a negociações complementares entre os signatários.

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