- A CGTP espera uma grande concentração em Lisboa na manifestação nacional de terça-feira, com início às 14h30 na praça Luís de Camões e passagem por São Bento, para exigir a retirada do pacote laboral.
- Será entregue um abaixo-assinado com dezenas de milhares de assinaturas recolhidas ao longo dos últimos três meses.
- O secretário-geral Tiago Oliveira afirma que não haverá pré-avisos de greve desta vez e que o Governo deve responder à greve geral de dezembro.
- A concentração ocorre na véspera de um encontro com o primeiro-ministro e a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em que a CGTP pretende manter a exigência da retirada do pacote laboral.
- Mesmo que o Governo não retire a proposta, a CGTP diz manter-se à mesa na Concertação Social e não fecha a porta a novas formas de luta, incluindo uma eventual greve geral em convergência com a UGT.
A CGTP anunciou a realização de uma grande manifestação em Lisboa na terça-feira, para exigir a retirada do pacote laboral. A concentração terá início às 14h30 na Praça Luís de Camões e seguirá rumo a São Bento, com chegada prevista à Assembleia da República.
Segundo o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, haverá uma grande concentração em frente ao parlamento, seguida da entrega de um abaixo-assinado com dezenas de milhares de assinaturas recolhidas nos últimos três meses. A ação não prevê greve prévia.
A manifestação ocorre na véspera de uma reunião entre a CGTP e o Governo, marcada para S. Bento, com a presença da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. O objetivo central é exigir a retirada do pacote laboral.
A CGTP acusa o Governo de bloqueio das negociações e de não acolher as propostas apresentadas pela central. A ministra responsável tem dito que a CGTP ficou à margem das negociações.
O secretário-geral afirma que o Governo deve ouvir a maioria expressa pelos trabalhadores na greve geral de 11 de dezembro. Mantém, no entanto, a disponibilidade para continuar a contribuir nas negociações da Concertação Social.
Tiago Oliveira disse ainda que a CGTP pode considerar outras formas de luta, conforme a posição do Governo na reunião seguinte. A central não exclui novas ações, incluindo uma nova greve geral em convergência com a UGT, se for necessário.
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