- Empresas do setor recusam trabalho por falta de trabalhadores.
- Prazos de conclusão das obras atrasam até oito meses.
- O valor total envolve o custo mais alto desde 2018.
- Destaques da edição incluem a história de um jovem artista à procura de inspiração na Ásia.
- Há também notícia de três meses de prisão por furtar esmolas de igreja, com imagens de videovigilância.
O DIÁRIO destaca hoje um problema relevante no sector da construção: custos elevados e uma grave escassez de mão de obra estão a atrasar obras. Os prazos de conclusão derrapam em média oito meses, segundo dados recolhidos pela publicação. O valor global das obras atingiu o nível mais alto desde 2018.
Empresas do ramo estão a recusar trabalhos por falta de trabalhadores qualificados, o que agrava os atrasos e complica o planeamento de empreendimentos públicos e privados. A realidade tem impacto direto nos prazos de entrega e na gestão orçamental.
A edição também avança outras temáticas locais, incluindo uma peça sobre um jovem artista em busca de inspiração na Ásia, decisões judiciais sobre furtos de esmolas e questões de mobilidade no comércio. Tudo isto pode ser acompanhado na edição em papel ou na versão digital.
Para os leitores que procuram cobertura contínua, o DIÁRIO deixa disponível a atualização da atualidade na edição impressa e na plataforma digital, sem links externos, e com conteúdos complementares sobre a vida na freguesia e o lifestyle.
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