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Inflação manterá o foco na produção de bens e serviços, diz Governador do BNA

Governador do BNA diz que o controlo da inflação manterá o foco na produção de bens e serviços, especialmente alimentares, com reservas internacionais estáveis para sustentar a indústria

“Foco para o controlo da inflação deverá continuar a incidir na produção de bens e serviços” – Governador do BNA
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  • O governador do Banco Nacional de Angola afirmou que o controlo da inflação deverá manter o foco na produção de bens e serviços, com particular ênfase na produção interna de bens alimentares.
  • Em dezembro de 2025, o IPCN registou uma variação de 15,70% em relação ao mesmo mês de 2024, com uma queda de 0,86 pontos percentuais face ao mês anterior.
  • Para 2026, estão previstas várias unidades industriais a entrar em funcionamento, aumentando a oferta de bens essenciais de consumo.
  • O governante admitiu que a queda do preço do petróleo pode afetar a disponibilidade de divisas, mas o BNA tem acumulado reservas internacionais para assegurar matérias-primas à indústria transformadora.
  • Entre as províncias, Cabinda teve a maior variação de preços (25,54%), seguidas por Lunda Sul (18,32%) e Bié (17,68%); Huambo (13,60%), Cuando Cubango (14,06%) e Luanda (14,20%) registaram as menores variações.

O Governador do Banco Nacional de Angola (BNA) afirmou nesta sexta-feira que o foco para o controlo da inflação deverá manter-se na produção de bens e serviços, com especial prioridade na produção interna de alimentos. A declaração foi feita a jornalistas, no âmbito de uma atualização sobre a evolução da inflação.

No ano de 2025, a inflação anual ficou em 15,70%. O governador Manuel Tiago Dias adiantou que, em 2026, deverão entrar em funcionamento várias unidades industriais, aumentando a oferta de bens essenciais de consumo e contribuindo para o controlo inflacionista.

Dias reconheceu ainda que a queda do preço do petróleo no mercado internacional pode afetar a disponibilidade de divisas, mas destacou que o BNA tem acumulado reservas internacionais para assegurar abastecimento às indústrias. Em 2024 e 2025, houve aumento das reservas.

Contexto da inflação

De acordo com o IPCN, o índice de preços registou 15,70% em Dezembro de 2025 vs. Dezembro de 2024, desacelerando 0,86 pp face ao mês anterior. Este dado indica uma evolução mais moderada dos preços, face ao mesmo período do ano anterior, que foi 11,80 p.p. superior.

Entre as classes de preço, transportes liderou com 19,18% de variação homóloga, seguida de saúde (17,38%), habitação/água/eletricidade/combustíveis (17,01%) e alimentação e bebidas não alcoólicas (16,15%).

A contribuição mais significativa para o aumento geral do IPCN em Dezembro veio da alimentação e bebidas não alcoólicas, com 9,78 p.p., seguida de bens e serviços diversos (1,14 p.p.) e transporte (0,95 p.p.).

Desempenho territorial

Entre as províncias, Huambo apresentou a menor variação de preços (13,60%), seguida de Cuando Cubango (14,06%) e Luanda (14,20%). Por outro lado, Cabinda registou a maior variação (25,54%), seguida de Lunda Sul (18,32%) e Bié (17,68%).

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