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Fim dos Certificados de Aforro em papel: como evitar perdas

Transição do papel para digital dos Certificados de Aforro obriga atualização de dados nos CTT; quem não regularizar pode perder juros ou ver dinheiro bloqueado

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Está na reforma e vai vender casa? Antes de assinar, ouça este episódio com Pedro Andersson
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  • Existem cerca de 300 mil contas de aforro com certificados em papel, numa transição para digital que começou a 5 de janeiro de 2026.
  • Se não atualizar os dados, pode perder juros ou ficar com o dinheiro bloqueado, especialmente após a conversão para formato digital na Conta Aforro do IGCP.
  • Todos os titulares, incluindo quem já tem certificados digitais, devem ir presencialmente aos CTT para atualizar dados nos próximos meses, sob pena de amortização automática e transferência de montantes para saldo à ordem sem juros.
  • O processo abrange as séries A, B e D em papel, explica como funciona a conversão e quais documentos são necessários para concluir o processo nos balcões.
  • A atualização evita problemas de identificação de titulares e herdeiros, evita atrasos burocráticos e clarifica o fim da figura do movimentador, com impactos em heranças e transmissões.

Há 300 mil contas de aforro em papel ainda ativas, num processo de transição iniciado a 5 de janeiro de 2026. Os certificados de aforro vão passar a digital, e quem não atualizar os dados pode perder juros. Os Correios vão exigir a atualização presencial.

O IGCP explicou, em dois blocos de entrevista, como funciona o processo passo a passo. Os responsáveis indicam a importância de titulares com certificados, incluindo quem já tem títulos digitais, atualizarem os dados nos próximos meses.

A transição envolve séries A, B e D dos certificados em papel. A conversão ocorre nos balcões dos CTT, com a documentação necessária para concluir o processo na hora. Os títulos físicos ficarão sem andamento e passarão a constar apenas na Conta Aforro digital.

Para além disso, a eliminação da figura do movimentador implica mudanças em heranças e transmissões. Investidores mais antigos podem ter dúvidas, sobretudo quanto a dados incompletos que atrasam pagamentos de valores.

Atualizar o registo ajuda o IGCP a identificar titulares e herdeiros, evitando atrasos e entraves burocráticos futuros. O alerta é claro: quem não regularizar pode ver os certificados amortizados e os montantes transferidos para saldo à ordem sem juros.

Este episódio visa esclarecer o que fazer já para proteger o dinheiro próprio e da família. As entrevistas completas estão disponíveis para quem desejar aprofundar o tema com especialistas do IGCP. Boas poupanças!

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