- Manuel Serrão foi decretado insolvente, com dívidas de milhões e sem bens nem disponibilidade financeira.
- É o principal arguido na “Operação Maestro”, acusado de ser o mentor de um esquema para uso fraudulento de apoios comunitários.
- O Estado estaria a perder 42 milhões de euros devido ao alegado esquema.
- Serrão ficou conhecido em Portugal pela participação em “A Noite da Má Língua” e pela atuação mediática a defender o Norte e o FC Porto.
- Nascido no Porto, foi dirigente estudantil e da Juventude Centrista; em 1975, com 16 anos, foi detido pelo COPCON por ligações à rede bombista MDLP.
Manuel Serrão foi decretado insolvente, com dívidas de milhões e sem bens nem dinheiro, segundo informações associadas à Operação Maestro. O processo envolve acusações de uso fraudulento de apoios comunitários e aponta Serrão como mentor do esquema, que teria deixado o Estado com prejuízos de cerca de 42 milhões de euros.
A insolvência foi confirmada no âmbito de investigações relacionadas com a referida operação. O Estado é apontado como parte credora, num caso que envolve desvio de fundos destinados a apoios comunitários e financiamento público.
O arguido ganhou notoriedade pública pela participação em programas de televisão, nomeadamente A Noite da Má Língua, onde partilhou espaço mediático com figuras como Miguel Esteves Cardoso e Rita Blanco, defendendo posições associadas ao Norte e ao FC Porto. Serrão nasceu na Invicta e teve atuação em movimentos estudantis e na Juventude Centrista, além de ter sido preso em 1975 pelo COPCON, ligado a denúncias de ligações à rede do MDLP.
Perfil do arguido
Manuel Serrão destacou-se pela presença televisiva e pela defesa de causas regionais no panorama mediático, mantendo ainda uma trajetória ligada à política estudantil. A situação atual enquadra-se em um caso de insolvência relacionado com atividades investigadas na Operação Maestro, sem que haja deliberações finais publicadas sobre o desfecho judicial.
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