- As exportações lusófonas para a China caíram 4% nos primeiros 11 meses de 2025, para 80,5 mil milhões de dólares.
- Brasil foi o principal fornecedor, com vendas a 105,4 mil milhões de dólares, queda de 2,7%.
- Angola registou queda de 10,8%, para 14,4 mil milhões; Portugal caiu 7,7%, para 2,66 mil milhões.
- Moçambique caiu 8,7%, para 1,48 mil milhões, e a Guiné Equatorial caiu 27%, para 710,2 milhões.
- Timor-Leste foi a exceção, com vendas a subir para 27 milhões de dólares; Cabo Verde caiu 38,9% (cerca de oito mil dólares).
Entre janeiro e novembro de 2025, as exportações dos países lusófonos para a China caíram 4% face ao mesmo período de 2024, segundo dados oficiais. O valor total vendido ao mercado chinês situou-se em 80,5 mil milhões de dólares. A informação foi recolhida pelos serviços aduaneiros chineses e compilada pelo Fórum de Macau.
Segundo o relatório divulgado, este é o nível mais baixo para os primeiros 11 meses de um ano desde o início da pandemia de covid-19. A quebra resulta, sobretudo, do desempenho do Brasil, maior fornecedor lusófono, com uma descida de 2,7%, para 105,4 mil milhões de dólares.
Desempenho por país
Angola registou uma queda de 10,8%, situando as exportações em 14,4 mil milhões de dólares. Portugal viu as exportações para a China baixar 7,7%, para 2,66 mil milhões de dólares. Seis dos nove países lusófonos analisados registaram quedas.
Moçambique teve uma contracção de 8,7%, para 1,48 mil milhões de dólares, enquanto a Guiné Equatorial recuou 27%, para 710,2 milhões de dólares. Cabo Verde reduziu-se 38,9% nas remessas para a China, ainda que as vendas mercantis tenham somado apenas cerca de 8 mil dólares.
Timor-Leste destacou-se pela evolução oposta, com vendas a subir de 636 mil dólares nos 11 meses de 2024 para 27 milhões de dólares no mesmo período de 2025.
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