Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Novas tabelas do IRS garantem isenção mensal até 920 euros

Tabelas de retenção do IRS para 2026 reduzem descontos mensais e asseguram isenção até 920 euros para rendimentos baixos, com efeitos já em janeiro

Imagem de contexto do artigo Novas tabelas do IRS garantem isenção mensal até 920 euros
0:00
Carregando...
0:00
  • Novas tabelas de retenção na fonte do IRS para 2026 foram publicadas e entram em vigor a 1 de janeiro de 2026, com isenção até 920 euros brutos mensais para salários e pensões.
  • O despacho assinado pela secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, define as tabelas, com redução de taxas nos 2.º ao 5.º escalões, atualização dos degraus em 3,51% e aumento do mínimo de existência para 12.880 euros.
  • As empresas e outras entidades pagadoras devem aplicar as novas tabelas já em janeiro; se não o fizerem, devem corrigir os valores em fevereiro, conforme as regras do Código do IRS.
  • Exemplos de retenção: quem ganha 1.000 euros brutos passa a entregar 35 euros; 1.200 euros brutos passam a 96 euros; 1.600 euros passam a 192 euros; 2.500 euros passam a 471 euros; 3.500 euros passam a 857 euros (solteiro, sem filhos).
  • A taxa de retenção varia conforme situação pessoal e familiar (solteiro/casado, filhos, deficiência) e, para pensionistas, há regras específicas, incluindo para quem tenha deficiência nas Forças Armadas.

As novas tabelas de retenção na fonte do IRS para 2026 foram publicadas no Portal das Finanças, com redução das taxas e garantia de isenção até 920 euros para salários e pensões. O despacho é assinado pela secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte.

As tabelas entraram em vigor a 1 de janeiro de 2026. Empresas, serviços públicos, autarquias, IPSS e outras entidades empregadoras devem aplicar os novos valores já neste mês; caso contrário, ficam obrigadas a corrigir em fevereiro, conforme regras do Código do IRS.

A medida resulta da combinação de três mudanças: redução de taxas nos segundos aos quintos escalões, atualização de 3,51% nos 9 degraus de rendimento e aumento do mínimo de existência para 12.880 euros, assegurando isenção parcial ou total para rendimentos mais baixos.

Impacto por rendimentos

Para quem aufere 920 euros brutos mensais, a taxa de retenção é 0%, acompanhando o novo salário mínimo. Também as pensões até 920 euros ficam isentas de IRS. O objetivo é não tributar remunerações mínimas.

Um exemplo comum: com salário de 1.000 euros brutos, solteiro, sem filhos, passa a entregar 35 euros mensais de IRS, frente a 56 euros anteriormente. O impacto varia conforme o agregado familiar.

Quem ganha 1.200 euros brutos, solteiro sem filhos, entrega 96 euros, menos 11 euros do que antes. Se tiver um filho, o valor é 61 euros; dois filhos, 27 euros. Casado sem filhos mantém 96 euros; com um filho, 74 euros; com dois filhos, 53 euros.

Para 1.600 euros brutos, o desagravamento é de 13 euros: solteiro sem filhos passa a entregar 192 euros, frente a 205 euros antes. Com um filho, 170 euros; dois filhos, 149 euros.

Em vencimentos de 2.500 euros, solteiro sem filhos retém 471 euros, frente aos 492 euros de outrora. Casado com um filho fica em 449 euros; com dois filhos, 428 euros.

No caso de 3.500 euros, a redução é de 22 euros para solteiro sem filhos, passando a 857 euros. Casado com um filho fica em 836 euros; com dois filhos, 814 euros. A taxa efetiva depende da situação familiar.

Observações finais

A taxa de retenção varia entre contribuintes, dependendo de fatores como estado civil, número de filhos e rendimentos do cônjuge. Também há regras diferenciadas para pessoas com deficiência. Pensionistas com deficiência das Forças Armadas podem ter retenção menor.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais