- Jerónimo Martins vai encerrar as 18 lojas Hussel em Portugal até 30 de abril de 2026.
- A decisão resulta de uma análise profunda e de esforços para viabilizar a empresa que não tiveram sucesso.
- A insolvência do parceiro alemão Hussel GmbH em 2024 interrompeu a colaboração, gerando problemas de abastecimento e perda de escala.
- O aumento de custos, especialmente rendas, a subida do preço do cacau, a queda da produção e a pressão regulatória tornaram a operação insustentável.
- A Jerónimo Martins garante estabilidade de emprego aos trabalhadores da Hussel numa das suas companhias do grupo.
A Jerónimo Martins vai encerrar as 18 lojas Hussel em Portugal até 30 de abril de 2026, segundo anúncio feito pelo grupo. A medida surgiu após esforços para viabilizar a empresa, que não tiveram sucesso, levando à descontinuação da operação da Hussel em território nacional. O encerramento ocorre pela soma de fatores económicos e de estratégia do grupo.
A decisão decorre da insolvência do parceiro alemão Hussel GmbH, observada em 2024, que rompeu a colaboração que sustentava a operação em Portugal. O resultado foram problemas de abastecimento e perda de escala, dificultando a continuidade do negócio.
Além disso, o grupo aponta custos crescentes, sobretudo com rendas, e uma subida persistente do preço do cacau, associada a queda da produção e a uma tendência regulatória aumentada. Estes elementos, segundo a Jerónimo Martins, tornaram a operação insustentável a longo prazo.
Contexto financeiro e conclusão operacional
A Jerónimo Martins garante a estabilidade de emprego aos trabalhadores da Hussel numa das suas empresas do grupo. A empresa reforça que não haverá perdas de postos de trabalho dentro do universo do grupo, embora a operação Hussel seja encerrada em Portugal.
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