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Coreia do Sul impede Lone Star de aplicar estratégia usada no Novo Banco

Coreia do Sul impede Lone Star de aplicar estratégia no Banco Korea Exchange (KEB), marcando derrota histórica; em Portugal, mantém-se incólume com cinco mil milhões de euros da venda do Novo Banco

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Banco coreano KEB sofreu com os impactos da crise financeira de 2007
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  • A Coreia do Sul travou a estratégia de Lone Star em relação ao Korea Exchange Bank, marcando uma derrota histórica para o grupo.
  • O contencioso com o KEB já dura treze anos, com Lone Star a tentar replicar a estratégia usada no Novo Banco.
  • Em Portugal, o grupo sai incólume, com cerca de cinco mil milhões de euros no bolso pela venda do Novo Banco ao BPCE.
  • A venda do Novo Banco aos franceses BPCE rendeu quase cinco mil milhões de euros na passagem de ano.
  • A abordagem visava rentabilizar a aposta num banco coreano com apoios públicos.

O Coreia do Sul bloqueou a estratégia do fundo Lone Star relacionada com o Korea Exchange Bank (KEB), travando um eixo de atuação há 13 anos. A decisão representa a maior derrota histórica de Lone Star neste contencioso.

O fundo norte-americano procurava rentabilizar a aposta através de um banco coreano com apoios públicos, repetindo o modelo usado no Novo Banco. Em Portugal, o grupo tem mantido uma posição estável, com ganhos significativos no negócio com o Novo Banco.

Em território sul-coreano, a disputa tem impactos relevantes na gestão do dossiê KEB, envolvendo autoridades e a equipa jurídica de Lone Star. A leitura é de derrota para o investidor, após mais de uma década de litígios.

Contexto do desfecho

Em Portugal, a Lone Star permanece fora de qualquer embate direto com o Estado. O grupo ficou com cerca de cinco mil milhões de euros obtidos com a venda do Novo Banco aos franceses da BPCE, operação concluída recentemente segundo fontes locais.

A reforma do portfólio em Portugal contrasta com o impasse na Coreia do Sul, onde o acordo não avançou. A extensão do caso KEB continua a influenciar o debate sobre estratégias de investimento cruzadas entre EUA e Ásia.

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