- A Coreia do Sul travou a estratégia de Lone Star em relação ao Korea Exchange Bank, marcando uma derrota histórica para o grupo.
- O contencioso com o KEB já dura treze anos, com Lone Star a tentar replicar a estratégia usada no Novo Banco.
- Em Portugal, o grupo sai incólume, com cerca de cinco mil milhões de euros no bolso pela venda do Novo Banco ao BPCE.
- A venda do Novo Banco aos franceses BPCE rendeu quase cinco mil milhões de euros na passagem de ano.
- A abordagem visava rentabilizar a aposta num banco coreano com apoios públicos.
O Coreia do Sul bloqueou a estratégia do fundo Lone Star relacionada com o Korea Exchange Bank (KEB), travando um eixo de atuação há 13 anos. A decisão representa a maior derrota histórica de Lone Star neste contencioso.
O fundo norte-americano procurava rentabilizar a aposta através de um banco coreano com apoios públicos, repetindo o modelo usado no Novo Banco. Em Portugal, o grupo tem mantido uma posição estável, com ganhos significativos no negócio com o Novo Banco.
Em território sul-coreano, a disputa tem impactos relevantes na gestão do dossiê KEB, envolvendo autoridades e a equipa jurídica de Lone Star. A leitura é de derrota para o investidor, após mais de uma década de litígios.
Contexto do desfecho
Em Portugal, a Lone Star permanece fora de qualquer embate direto com o Estado. O grupo ficou com cerca de cinco mil milhões de euros obtidos com a venda do Novo Banco aos franceses da BPCE, operação concluída recentemente segundo fontes locais.
A reforma do portfólio em Portugal contrasta com o impasse na Coreia do Sul, onde o acordo não avançou. A extensão do caso KEB continua a influenciar o debate sobre estratégias de investimento cruzadas entre EUA e Ásia.
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