- A Comissão Europeia prometeu apoiar os Estados‑Membros e os agricultores da UE para fechar o acordo UE‑Mercosul o mais rapidamente possível, com a decisão do Conselho no início do próximo ano.
- A assinatura oficial foi adiada para janeiro; França e Itália lideram a oposição, criando o risco de uma minoria de bloqueio.
- O acordo pode traduzir‑se num aumento de até cinquenta por cento nas exportações agroalimentares da UE para o Mercosul, com quotas para produtos sensíveis e salvaguardas robustas.
- Existem medidas de acompanhamento, como controlo reforçado das importações, auditorias, alinhamento das normas de produção e uma rede de segurança de 6,3 mil milhões de euros.
- O Parlamento Europeu aprovou salvaguardas e o Conselho chegou a acordo sobre cláusulas de salvaguarda; o acordo, negociado há 25 anos, envolve 27 Estados‑Membros da UE e os países do Mercosul, num mercado de 700 milhões de consumidores.
A Comissão Europeia prometeu apoiar os Estados-membros e os agricultores da UE para fechar o acordo com o Mercosul o mais rapidamente possível. A decisão de assinar está prevista para o início do próximo ano, com o visto positivo de uma maioria dos Estados-membros.
A UE adiou a assinatura para janeiro, mantendo a firmeza de que o acordo reforça a posição europeia na região, amplia exportações e cria oportunidades de emprego na UE. A Comissão destaca o valor comercial e estratégico do acordo.
Salvaguardas e cronograma
A Comissão aponta um potencial aumento de até 50% das exportações agroalimentares da UE para o Mercosul, com quotas para produtos sensíveis. Medidas de controlo de importações, auditorias e uma rede de segurança de 6,3 mil milhões de euros complementam as salvaguardas.
A decisão de meados de janeiro mantém o objetivo de obter aprovação por maioria qualificada no Conselho da UE. O Parlamento já aprovou salvaguardas, aprovando também cláusulas para proteger agricultores europeus face a potenciais aumentos de importações.
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