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Smartphones podem subir até 7% em 2026 devido à escassez de componentes

Relatório indica subida de 6,9% nos preços dos smartphones em 2026 e recuo de 2,1% nas vendas, com memória a subir até 40% até ao 2.º trimestre de 2026

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  • O relatório da Counterpoint Research indica que a escassez de circuitos integrados de memória deverá levar a um aumento de 6,9% no preço médio dos smartphones em 2026, em relação a 2025.
  • As vendas de smartphones devem recuar 2,1% em 2026.
  • Espera-se que os preços dos componentes de memória subam até 40% até ao segundo trimestre de 2026, com maior impacto nos fabricantes chineses.
  • O custo de produção de smartphones até 200 dólares subiu entre 20% e 30% este ano; para modelos de alta gama, o aumento foi de 10% a 15%.
  • A Counterpoint aponta que a Apple e a Samsung poderão manter margens melhores para enfrentar o cenário, ao passo que outras empresas com menos margem poderão sofrer mais.

A escassez de circuitos integrados de memória deverá conduzir a aumentos de preços dos smartphones em 2026 e a pressão sobre margens de fabricantes. A conclusão é de um relatório da Counterpoint Research, citado pela CNBC.

Segundo a análise, o preço médio dos smartphones pode subir 6,9% em 2026, face a 2025, superando a previsão anterior de 3,6%. As entregas globais de telemóveis deverão recuar 2,1% nesse ano.

O aumento dos custos deve-se principalmente à falta de memória e aos constrangimentos na cadeia de fornecimento de semicondutores, agravados pela procura elevada impulsionada pela IA.

Para dispositivos mais acessíveis, até 200 dólares, o custo de produção aumentou entre 20% e 30% desde o início do ano. Em modelos de gama alta, os custos subiram entre 10% e 15%.

A relação com o custo dos componentes de memória pode subir até 40% até ao segundo trimestre de 2026, elevando os preços em parte dos materiais entre 8% e mais de 15% face ao atual.

A notícia aponta que a Apple e a Samsung estão em posição mais firme para atravessar o período, dispondo de margens de manobra superiores frente a outras fabricantes. O impacto deve-se principalmente aos fabricantes chineses.

Conclui-se que o efeito da escassez se fará sentir de forma mais acentuada em empresas chinesas, com pressão sobre custos e lucros, ainda sem previsões de recuperação rápida.

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