- Paulo João Santos disse que hoje é o quinto dia desde o duplo sismo na Venezuela, e a hipótese de encontrar sobreviventes com vida é cada vez mais difícil.
- A prioridade é cuidar de quem conseguiu sobreviver e ficou sem nada; as operações de busca continuam, apesar das dificuldades.
- O número de mortos já ultrapassa os 1.450, e ainda há muitos desaparecidos.
- Entre as vítimas estão portugueses e lusodescendentes, com os desaparecidos portugueses a subir para 89, dos quais 53 morreram.
- Réplicas continuam a ocorrer e as condições do terreno complicam o trabalho de resgate; a esperança persiste, mas o tempo é curto.
O diretor-executivo do Correio da Manhã (CM) e da CMTV, Paulo João Santos, afirmou que hoje é o quinto dia desde o duplo sismo que atingiu a Venezuela. A prioridade é acompanhar quem conseguiu sobreviver e ficou sem recursos, segundo a entrevista à CMTV. As operações de busca seguem, mas a probabilidade de encontrar pessoas com vida diminui a cada dia.
Santos descreveu as condições no terreno como um entrave significativo para as equipas de resgate, com réplicas a manter-se na região. O responsável reiterou que a situação é muito complicada e que o trabalho dos resgatistas é dificultado pela geografia local.
Segundo o dirigente, o número de vítimas já supera os 1.450, com muitos ainda por apurar. Entre os desaparecidos contam-se lusodescendentes, incluindo cidadãos portugueses. O número de portugueses desaparecidos sobe para 89, com 53 mortos já confirmados entre esse grupo.
A prioridade continua a ser manter as operações de resgate ativas, mesmo diante de dificuldades logísticas e de acesso. A equipa responsável reforçou que a esperança não deve ser abandonada e que os trabalhos devem permanecer até que haja o menor indicativo de sobreviventes.
Balanço e Desafios
As autoridades locais e organizações internacionais trabalham no terreno para prestar apoio humanitário, atender desabrigados e orientar a reconstrução da região afetada. A comunidade internacional acompanha de perto o desfecho das operações de resgate.
As autoridades destacam que a resposta humanitária envolve distribuição de recursos, apoio médico e logística para facilitar o acesso às áreas mais afetadas. O objetivo é reduzir o sofrimento imediato enquanto se planeia a recuperação a médio e longo prazos.
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