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56 portugueses e lusodescendentes morreram na Venezuela; 91 estão desaparecidos

Atualização: já são 56 portugueses mortos na Venezuela e 91 desaparecidos; 17 pediram repatriamento com chegada prevista a Beja

Mais de 90 portugueses ou lusodescendentes continuam desaparecidos
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  • O número de mortos portugueses ou lusodescendentes na Venezuela subiu para 56, com 91 pessoas da comunidade desaparecidas.
  • O total de desaparecidos ou incontactáveis passou de 89 para 91, sendo 54 homens e 37 mulheres sem paradeiro conhecido.
  • Pelo menos 17 cidadãos pediram repatriamento, com previsão de chegar a Beja esta terça-feira, segundo o ministro da Defesa, Nuno Melo.
  • O Governo venezuelano aponta mais de 1.450 mortos e três mil feridos desde quarta-feira.
  • A ONU estima que o número de desaparecidos pode ultrapassar os 50 mil.

Neste sábado, a Venezuela registou sismos que provocaram mortes entre portugueses e lusodescendentes. O balanço inicial apontou para várias vítimas, com a procura de sobreviventes ainda em curso em diversas regiões do país.

A atualização mais recente indica 56 portugueses ou lusodescendentes mortos na sequência dos abalos. São 91 os desaparecidos, com 54 homens e 37 mulheres sem contacto.

Pelo menos 17 cidadãos pediram repatriamento, estando prevista a chegada a Beja na terça-feira, segundo o ministro da Defesa, Nuno Melo.

De acordo com o Governo venezuelano, os números oficiais apontam para mais de 1450 mortos e cerca de 3000 feridos desde quarta-feira. A ONU estima que o total de desaparecidos pode ultrapassar os 50 mil.

Desdobramentos

As operações de buscas continuam em áreas afetadas, com autoridades portuguesas a coordenar, em território nacional, o repatriamento de cidadãos já requerentes.

As estimativas internacionais destacam o impacto humano severo na região, enquanto as autoridades locais reorganizam serviços de ajuda humanitária e logística de resposta às consequências dos sismos.

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