- O número de portugueses e lusodescendentes mortos na Venezuela subiu para 51, incluindo sete crianças e 44 adultos; 6 eram portugueses e 1 tinha nacionalidade portuguesa por casamento.
- Estão desaparecidos ou incontactáveis 84 portugueses ou lusodescendentes.
- O duplo sismo na Venezuela já deixou pelo menos 1430 mortos e 3328 feridos; a ONU indica que mais de 50 mil pessoas continuam desaparecidas.
- Países, incluindo Portugal, enviaram equipas de busca; a base da missão portuguesa fica em Catia la Mar, La Guaira.
- Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, seguidos por mais de 20 réplicas.
O número de mortos entre portugueses e lusodescendentes nos sismos da Venezuela subiu para 51, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), com 84 pessoas ainda desaparecidas ou incontactáveis. Entre as vítimas, 44 são lusodescendentes, 6 são portugueses e 1 tem nacionalidade portuguesa por casamento. Os sismos, de magnitude 7,2 e 7,5, ocorreram a cerca de 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto entre eles.
O balanço divulgado no sábado foi atualizado este domingo pelo MNE, passando de 48 para 51 óbitos. Os dois tremores, que geraram numerosas réplicas, deixaram também cerca de 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo números oficiais. A Organização das Nações Unidas aponta ainda mais de 50 mil pessoas dadas como desaparecidas em várias áreas.
Vários países, incluindo Portugal e outros estados da UE, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela. A base de operações portuguesa ficará em Catia la Mar, La Guaira, uma zona com forte presença de lusodescendentes. As autoridades venezuelanas continuam a avaliar os danos em Caracas e regiões vizinhas.
Contexto internacional e operativo
As autoridades informam que as réplicas persistem após os sismos. Edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital e na região de La Guaira, uma das áreas mais afetadas. O objetivo da missão portuguesa é apoiar operações de resgate e avaliação de acessos e abrigos.
Especialistas assinalam que o cenário atual exige coordenação entre agências internacionais, compromissos logísticos e recursos médicos para enfrentar a crise humanitária. O MNE mantém atualização regular sobre o desempenho das operações e o estado das comunidades portuguesas no terreno.
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