- José Castelo Branco permaneceu em silêncio no arranque do julgamento no Tribunal de Cascais, via videoconferência a partir dos Estados Unidos.
- O processo envolve violência doméstica contra Betty Grafstein, e houve pedido para que as audiências decorressem à porta fechada.
- Betty Grafstein não compareceu; relatório médico aponta incapacidade de depor devido a ansiedade, perda de apetite e fraqueza.
- O tribunal não aceitou de imediato o relatório em inglês, exigindo que seja apresentado em português; foram dados dez dias para anexar novos elementos clínicos.
- A continuação do julgamento foi marcada para 22 de setembro, devido ao estado de saúde da testemunha, com decisão sobre a publicidade ainda pendente.
O julgamento de José Castelo Branco, acusado de violência doméstica contra Betty Grafstein, arrancou nesta quinta-feira no Tribunal de Cascais. Castelo Branco participou por videoconferência a partir dos EUA e não prestou declarações, mantendo silêncio sobre o processo.
Betty Grafstein não esteve presente no Tribunal. A sua advogada apresentou um relatório médico que indica incapacidade de depor, alegando ansiedade, perda de apetite e fraqueza. O documento, em inglês, não foi aceite de imediato pela juíza, que pediu que seja apresentado em português.
A defesa de Castelo Branco sustenta que a vítima ainda não prestou declarações. Foi concedido um prazo de dez dias para incluir novos elementos clínicos no processo. Também foi pedido que o julgamento decorra a portas fechadas, para proteger a intimidade da ré.
Continuidade do julgamento e datas futuras
Entretanto, a sessão planeada para a tarde de hoje e para 2 de julho foi anulada. A nova audiência está marcada para 22 de setembro, na esperança de que Grafstein esteja em condições de testemunhar.
O caso continua sem conclusões previstas e sem declarações da vítima no momento. Castelo Branco afirmou estar muito preocupado com o estado da ex-companheira. A decisão sobre o pedido de fechamento fica pendente.
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