- O Sindicato dos Funcionários Judiciais denuncia más condições no Palácio da Justiça, em Lisboa, com ventoinhas avariadas, janelas que não abrem e estores fechados.
- Relatos de calor extremo em vários tribunais do país, com salas a exceder os quarenta graus Celsius.
- A presidente do SFJ, Regina Soares, diz que o problema resulta de décadas de desinvestimento; edifício degradado há trinta anos, janelas mal isoladas e ar condicionado avariado há três anos.
- O SFJ descreve tribunais transformados em “autênticas saunas” e adiamento de julgamentos e despachos para depois de 15 de setembro.
- Além de Lisboa, há problemas nos tribunais do Porto, Sintra, Almada, Loures, Seixal, Montijo e Faro, exigindo intervenção urgente das autoridades.
O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) denuncia condições de calor extremo nos tribunais do país, incluindo o Palácio da Justiça de Lisboa. Relatos referem-se a salas acima dos 40 graus, ventoinhas avariadas ou inoperacionais e estores fechados.
De acordo com a presidente do SFJ, Regina Soares, as queixas chegam de várias comarcas, destacando o Palácio da Justiça na Rua Marquês de Fronteira como um dos casos mais críticos. Algumas ventoinhas foram compradas pelos próprios funcionários.
A dirigente aponta que o problema resulta de décadas de desinvestimento, com o edifício degradado há cerca de 30 anos e janelas mal isoladas. Em outros tribunais, o ar condicionado estaria avariado há três anos, segundo o sindicato.
Em comunicado, o SFJ descreve tribunais transformados em autênticas saunas e indica que salas de audiência já chegaram a ultrapassar os 40 graus. No Palácio de Lisboa, a climatização estaria avariada há anos, causando adiamentos de julgamentos e despachos para depois de 15 de setembro.
Além de Lisboa, são mencionados problemas em tribunais do Porto, Sintra, Almada, Loures, Seixal, Montijo e Faro. O sindicato exige intervenção urgente das entidades responsáveis para reverter a situação.
O SFJ alerta para que a degradação não comprometa o funcionamento da Justiça e pede medidas estruturais de imediato. As condições descritas podem afetar a produtividade e o bem-estar dos trabalhadores.
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