- Kim Jong-un afirmou, numa reunião do Partido dos Trabalhadores, que a Coreia do Norte precisa reforçar o arsenal nuclear devido à modernização militar dos EUA e da Coreia do Sul e ao nacionalismo extremo.
- O líder reiterou que não vai abandonar o programa nuclear, dizendo que é essencial para se proteger do nacionalismo global.
- A imprensa estatal citou a existência de uma versão moderna de ultranacionalismo, mencionando “America First”, sionismo, neonazismo ucraniano e militarismo japonês.
- O regime já tinha dito anteriormente que o país é irreversivelmente um Estado nuclear desde a cimeira de Hanói, em 2019, após as negociações com o então presidente dos EUA.
O líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong-un, afirmou numa reunião do Partido dos Trabalhadores que o país precisa reforçar o arsenal nuclear. A defesa reforçada é justificada pela modernização militar dos EUA e da Coreia do Sul e pelo aumento do nacionalismo extremo.
Segundo a imprensa estatal norte-coreana, Kim reiterou que o programa nuclear não será abandonado. A retórica ocorre num momento de tensão regional, com a região a enfrentar pressões militares externas consideradas hostis.
Foi referido que o mundo testemunha uma versão moderna de ultranacionalismo, citando ideias como America First, além de referências a sionismo, neonazismo ucraniano e militarismo japonês. A comunicação não atribuiu explicitamente tais palavras ao líder.
A liderança norte-coreana já caracterizou o país como irreversivelmente nuclear desde a cimeira de Hanói, em 2019, após as negociações entre Kim Jong-un e Donald Trump terem fracassado. A notícia é veiculada pelos órgãos oficiais norte-coreanos.
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