- A revista Sabe Bem, da Pingo Doce, traz um especial dedicado ao peixe, com receitas práticas e informação sobre os benefícios do pescado.
- O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) recomenda consumir pescado com regularidade, entre quatro e sete vezes por semana para a população em geral, e entre três e quatro para grávidas, com diversidade entre espécies.
- Em termos de segurança, peixes de menor porte e com ciclos de vida mais curtos acumulam menos contaminantes; opções comuns e seguras incluem sardinha, cavala, carapau, salmão, pescada, robalo, dourada, bacalhau, polvo, lula, choco ou corvina.
- Na gravidez, a recomendação de consumo é moderar o peixe gordo a até duas porções por semana, limitar o atum a duas postas por semana (ou até quatro latas médias) e evitar espécies com alto teor de mercúrio como tubarão, espada ou marlim.
- Recomendase diversificar as espécies ao longo da semana, escolher peixes de menor dimensão, evitar peixe cru ou mal cozinhado e optar por opções pesqueiras sustentáveis.
O peixe é apresentado pela revista Sabe Bem, do Pingo Doce, como alimento com benefícios para a saúde, especialmente durante a gravidez, desde que se escolha com critério e se regule a frequência. A edição recém-disponível traz um foco dedicado a receitas de peixe, com informações úteis para gestantes e o público em geral.
A publicação destaca que o pescado faz parte da Dieta Mediterrânica, é de fácil digestão e tem alto valor nutricional. Os benefícios para a saúde cardiovascular e para o neurodesenvolvimento fetal são destacados, mas alerta para diferenças entre espécies quanto à segurança.
Para orientar os consumidores, o INSA recomenda consumo regular de peixe entre quatro e sete vezes por semana, com variedade de espécies. Grávidas, mulheres a amamentar e crianças devem privilegiar espécies com médio-baixo teor de mercúrio, entre três e quatro refeições semanais.
De forma geral, espécies de menor porte acumulam menos contaminantes. Sardinha, cavala, carapau e salmão são apontadas como opções ricas em ômega-3 e seguras quando consumidas nas quantidades adequadas. Peixes como pescada, robalo, dourada, bacalhau, polvo e salmão também são mencionados como opções equilibradas.
O INSA também recomenda diversificar o leque de espécies ao longo da semana para uma alimentação mais completa e com ingestão de nutrientes variada. A orientação visa reduzir riscos sem deixar de aproveitar os benefícios do peixe durante a gravidez.
Como escolher e consumir peixe com segurança na gravidez
Faça escolhas equilibradas ao longo da semana para diversificar nutrientes. Peixes gordos podem ter níveis maiores de mercúrio; espécies como tubarão, peixe-espada ou marlim devem ser evitadas por grávidas e pessoas que tentam engravidar.
Consuma peixe na quantidade certa. Durante a gravidez e amamentação, recomenda-se até 2 porções de peixe gordo por semana e, no caso do atum, até 2 bifes ou quatro latas de tamanho médio. Inclua o peixe numa alimentação variada.
Retire a pele como medida adicional, mas saiba que o mercúrio se acumula no músculo do peixe. Varie as espécies, prefira peixes de menor dimensão, alterne entre magro e gordo, evite peixe cru ou mal cozinhado e escolha capturas sustentáveis.
Sugestões de receitas e conteúdo da edição
Entre as receitas destacadas figuram dourada grelhada com alho, alecrim e limão; filete de robalo no forno com legumes; e pregado no forno com bimis e puré de batata doce. Cada prato é apresentado com tempo de preparação, porções e passos para cozimento.
A revista Sabe Bem traz ainda uma variedade de opções para a família, incluindo saladas, arroz de atum e pataniscas de peixe com molho tártaro. A publicação está disponível nas lojas Pingo Doce e também online.
Fonte oficial: INSA e edição mais recente da revista Sabe Bem, do Pingo Doce.
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