- A iniciativa do Doc’s Kingdom apresenta o projeto Cinema de Intervenção: 50 anos depois, para ver e questionar na Voz do Operário e na Casa do Comum.
- A ideia remete à Mostra Internacional de Cinema de Intervenção de 1976, que decorreu há quarenta e cinco anos no Estoril.
- Em 1976 houve nove dias de cinema com mais de 150 títulos no Pavilhão dos Congressos do Estoril, num programa que incluiu nomes como Helvio Soto, Patricio Guzmán, Jorge Sangines, Chris Marker, entre outros.
- O cartaz destacava filmes do colectivo Slon, René Vautier, Joris Ivens, A. Medvedkine e a ficção Os Carabineiros, de Jean-Luc Godard.
- A mostra histórica abordava temas como colonialismo, racismo, África descolonizada, América Latina, fascismo e repressão, com um fluxo de solidariedade intercontinental.
A iniciativa Doc’s Kingdom traz novamente ao público a mostra Cinema de Intervenção: 50 anos depois, seguida da histórica edição de 1976. O objetivo é ver e questionar, em locais como Voz do Operário e Casa do Comum, filmes que marcaram a memória colectiva.
Em 1.º de Maio de 1976, aconteceu a Mostra Internacional de Cinema de Intervenção, dedicada a temas como colonialismo, racismo, África descolonizada e América Latina, bem como fascismo e repressão. O programa destacou o cinema como ferramenta de solidariedade entre continentes.
Durante nove dias, o Estoril acolheu mais de 150 títulos no Pavilhão dos Congressos, com um programa ambicioso que contou com cineastas como Helvio Soto, Patricio Guzmán, Jorge Sangüines, Chris Marker e Joris Ivens, entre outros nomes. A lista incluiu ainda filmes de produção coletiva Slon e a ficção Os Carabineiros de Jean-Luc Godard.
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