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Missão do Exército na Roménia não é treino, prepara-se para combater, diz general

Missão da nona Força Nacional Destacada na Roménia não é treino: prepara a força para combater, com simulação central e módulos de apoio completos

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  • Vão partir 200 militares portugueses para uma missão da NATO na Roménia, no próximo mês, para reforçar o flanco leste após a invasão da Ucrânia pela Rússia.
  • O objetivo é preparar a força para combater, segundo o Chefe do Estado-Maior do Exército, reforçando a responsabilidade, vigilância e tutela sobre quem comanda.
  • Trata-se da 9.ª Força Nacional Destacada para a Roménia, inserida num context o geopolítico com ameaça real no leste da Aliança.
  • A simulação é considerada central para aproximar treino à realidade operacional, recorrendo a simulações virtuais, construtivas ou táticas.
  • A 9.ª Força terá pela primeira vez todos os módulos de apoio de combate previstos, incluindo engenharia, operações psicológicas, guerra eletrónica, artilharia antiaérea e defesa NBQR, e será chefiada pelo major Filipe Pina.

O Exército entregou o Estandarte Nacional aos 200 militares que, no próximo mês, partem para uma missão da NATO na Roménia. A operação insere-se no reforço do flanco Leste da Aliança, após a invasão da Ucrânia pela Rússia. A cerimónia realizou-se em Viseu, com foco na preparação para o combate.

O Chefe do Estado-Maior do Exército, general Eduardo Mendes Ferrão, afirmou que a missão não é de treino puro; o objetivo é preparar as tropas para enfrentar situações de combate. Acrescentou que a responsabilidade, a vigilância e o dever de tutela aos comandos são aspetos centrais.

A missão trata-se da 9.ª Força Nacional Destacada para a Roménia, mantendo o contexto geopolítico exigente. Portugal apresenta-se como parceiro sólido, credível e capaz, segundo o general Ferrão, que destacou a importância da preparação integrada com apoio de combate já previsto.

Avanço tecnológico e organização da força

A 9.ª Força incluirá, pela primeira vez, módulos de apoio de combate completos: engenharia, operações psicológicas, guerra eletrónica, artilharia antiaérea e defesa NBRR. O general Ferrão afirmou que este é um avanço significativo a ser aproveitado plenamente.

O comando da força ficará a cargo do major Filipe Pina. Para o Chefe do Exército, é crucial manter a segurança, evitar rotinas e promover um treino diversificado, contínuo e mensurável, com uso intensivo de simulações para aproximar o treino da realidade operacional.

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