- Conferência em Lisboa, na Torre do Tombo, aborda os desafios das bibliotecas públicas e o papel do poder local.
- O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, disse que a leitura é uma condição de liberdade essencial para ponderar alternativas.
- O tema central é que, além de combater o analfabetismo, o século atual exige que os cidadãos queiram ler.
- Leitão Amaro destacou a leitura como alavanca para a inteligência crítica e o papel dos municípios na literacia mediática.
- A sessão enfatizou que as bibliotecas não são apenas espaços físicos e devem acompanhar a presença no espaço digital, com especial atenção à Inteligência Artificial.
O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou, na Torre do Tombo, Lisboa, que a leitura é uma condição de liberdade necessária para uma sociedade que pondera alternativas. A declaração ocorreu na sessão de abertura da conferência “Bibliotecas Públicas e Poder Local: Comunidades, Redes e Cidadania”, esta segunda-feira.
O governante explicou que, após décadas de problemas com o analfabetismo, o desafio atual é o interesse dos cidadãos pela leitura. A mensagem sublinha que a capacidade de ler facilita o acesso ao conhecimento e ao debate público.
Leitão Amaro recordou a experiência pessoal com a leitura na sua terra natal, Tondela, e destacou o papel dos municípios e das bibliotecas no ensino da leitura da informação veiculada pela comunicação social.
Inteligência Artificial, biblioteca e espaço digital
O ministro apontou a Inteligência Artificial como potencial impulsionador da literacia, desde que funcione como alavanca para leitores, não como obstáculo. Disse que as bibliotecas não devem limitar-se a espaço físico, devendo integrar o espaço digital.
A conferência debate ainda a função das bibliotecas públicas no fortalecimento de comunidades, redes locais e cidadania, com a participação de diversos representantes locais. O formato visa analisar práticas, redes e estratégias futuras.
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