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Clive Davis, impulsionador das carreiras de Whitney Houston e Janis Joplin, morre

Morre Clive Davis, presidente da Columbia Records desde 1967, que lançou Whitney Houston, Janis Joplin e Aretha Franklin

Clive Davis na Galeria G23NY, em Nova Iorque, 2021
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  • Morreu Clive Davis, aos 94 anos, executivo que liderou a Columbia Records desde 1967, após terem passado sete anos como advogado.
  • Iniciou a carreira na editora na qualidade de advogado e tornou-se presidente da Columbia Records, impulsionando contratos com artistas como Whitney Houston, Janis Joplin, Aretha Franklin, Bruce Springsteen, Alicia Keys e muitos outros.
  • Trouxe o rock’n’roll e a cultura jovem para a Columbia nos anos sessenta, após conhecer Janis Joplin no Monterey International Pop Festival de 1967.
  • Também orientou carreiras de vencedores do concurso de talentos American Idol, como Kelly Clarkson, Carrie Underwood e Fantasia.
  • Nasceu em Brooklyn em 1932, estudou ciência política na Universidade de Nova Iorque e direito em Harvard, antes de seguir para a indústria musical.

Clive Davis, o executivo que moldou a música pop norte-americana durante décadas, morreu nesta segunda-feira aos 94 anos. Foi figura central na indústria desde a década de 1960, primeiro como advogado e depois como presidente da Columbia Records. Assinou e impulsionou a carreira de artistas de renome global, deixando um legado duradouro no setor.

Durante a maior parte da sua carreira, Davis esteve na linha da frente da Columbia Records, empresa da CBS na altura. Ascendeu a presidente em 1967, após sete anos a trabalhar como advogado na editora. Transformou a gravadora num polo para o rock e a música jovem, impulsionando talentos que moldaram gerações.

Ao longo dos anos, Davis assinou nomes que ficaram marcados pela sua identificação com a cultura popular. Entre os artistas destacados, estiveram Janis Joplin, Whitney Houston, Aretha Franklin, Bruce Springsteen, Billy Joel, Lou Reed, Patti Smith, Alicia Keys, entre muitos outros. Também ajudou a reativar carreiras de artistas como Rod Stewart e Carlos Santana, e orientou a carreira de vencedores do American Idol, como Kelly Clarkson e Carrie Underwood.

Carreira e impacto

A gestão de Davis tornou a Columbia um motor de descobertas na cultura musical dos anos 1960 e 1970. O seu talento para reconhecer o potencial de artistas emergentes ficou evidente quando o levou ao Monterey International Pop Festival em 1967, onde encontrou Janis Joplin. A partir daí, passou a promover o cruzamento entre rock, soul e pop, abrindo espaço para novas sonoridades.

Início e formação

Nascido em Brooklyn, em 1932, Davis estudou ciência política na Universidade de Nova Iorque e Direito em Harvard, após enfrentar a perda dos pais numa fase precoce. Iniciou a carreira como advogado numa firma menor, antes de passar para uma maior em Nova Iorque, onde colaborou com a CBS. Foi convidado pelo antecessor a liderar a Columbia Records, cargo que ocupou até perto do fim da vida.

Legado e referências

Davis ajudou a integrara a indústria musical com artistas de várias correntes, promovendo reformas na forma como a gravadora se conectava com o público. Entre os resultados, destacam-se contratos históricos, revitalizações de carreiras e a criação de um pipeline de talentos que atravessou gerações. O impacto do seu trabalho permanece evidente na trajetória de muitos artistas que ajudou a lançar.

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