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SNS vai receitar fármacos para cancro cerebral e doença neurodegenerativa

SNS passa a receitar Skyclarys para ataxia de Friedreich e Voranigo para gliomas de grau 2, ampliando o acesso a fármacos no SNS

O Infarmed precisa que o medicamento órfão (especificamente para doenças raras) Skyclarys, cuja substância ativa é a omaveloxolona, é indicado no tratamento da ataxia de Friedreich
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  • O Infarmed concluiu a avaliação e negociação de dois medicamentos para utilização no SNS: Skyclarys e Voranigo.
  • Skyclarys, com a substância ativa omaveloxolona, é indicado para ataxia de Friedreich em adultos e jovens com 16 anos ou mais.
  • Voranigo, com vorasidenib, destina-se a doentes com astrocitoma ou oligodendroglioma de Grau 2, visando retardar ou impedir o crescimento do cancro.
  • A conclusão dos processos foi aprovada no dia 12 e os medicamentos foram autorizados na quarta-feira.
  • O processo do Skyclarys começou em março de 2024 e o do Voranigo em dezembro de 2025.

O Infarmed concluiu os processos de avaliação e negociação de dois medicamentos de uso no SNS. Skyclarys e Voranigo ficam disponíveis para uso em Portugal, cumprindo as condições para utilização plena no Serviço Nacional de Saúde.

O Skyclarys, com a substância ativa omaveloxolona, destina-se a adultos e jovens com 16 ou mais anos que sofrem de ataxia de Friedreich, uma doença genética que afeta o sistema nervoso e o movimento. O Voranigo, com vorasidenib, destina-se a adultos e menores com astrocitoma ou oligodendroglioma de Grau 2.

Segundo o Infarmed, a decisão foi aprovada no dia 12 do corrente mês, com a autorização efetiva na quarta-feira. O processo do Skyclarys arrancou em março de 2024, já o do Voranigo iniciou em dezembro de 2025, num total de negociações que visam aumentar o acesso a terapêuticas inovadoras.

Implementação no SNS

Ambos os medicamentos passam a integrar o catálogo do SNS, com condições para a sua utilização completa, conforme o comunicado divulgado pelo Infarmed. As escolhas terapêuticas mantêm o foco na melhoria da gestão de doença neurodegenerativa e do cancro no cérebro, respeitando critérios de elegibilidade.

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