- Serge Rangoni assumiu a direção de artes performativas, em substituição de Aida Tavares, com a temporada a arrancar a 11 de setembro.
- A nova programação arranca numa festa a 11 de setembro.
- A aposta inclui mais dança, teatro português e jazz, com Beethoven também no programa.
- A proposta pretende abrir a programação a públicos com origens e expectativas diferentes, através de concertos, conferências e outras propostas.
- O objetivo é ampliar o debate e a fruição da arte, estimulando perguntas sobre o mundo que a criação procura explorar.
Serge Rangoni assume a direcção de artes performativas, substituindo Aida Tavares. A apresentação da nova temporada acontece a 11 de Setembro, num evento de arrancada que marca o reforço da programação.
A nova edição aposta em mais dança e reforça a presença do teatro português. Há também uma aposta clara no jazz, com Beethoven integrado na programação como parte de uma visão plural das artes performativas.
A estratégia procura abrir o público a origens e expectativas diferentes, combinando concertos, conferências e outras propostas. A ideia é ampliar o debate e a fruição da arte, conectando criadores com públicos variados.
O objetivo é multiplicar as perguntas da criação ao mundo, promovendo compreensão e desafio através de uma oferta integrada entre várias expressões artísticas, mantendo o foco na qualidade e na diversidade.
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