- Mulheres entre os 40 e os 70 anos são as mais afetadas pela síndrome de túnel cárpico.
- A notícia é a terceira parte da série Investigação CM, publicada a 16 de junho de 2025 na CMTV.
- Uma mulher operada relata ter ficado pior, com dores, após a intervenção.
- Isabel Rocha afirma que houve mau funcionamento do Serviço Nacional de Saúde após a cirurgia.
- A reportagem menciona alegações de negligência associadas ao hospital São João no contexto da intervenção ao túnel cárpico.
O estudo da investigação CM, divulgado na terceira parte em 16 de junho de 2025 pela CMTV, indica que a síndrome do túnel cárpico afeta sobretudo mulheres entre os 40 e os 70 anos. A notícia analisa a prevalência e o impacto da condição no quotidiano.
Segundo o material publicado, a síndrome compromete atividades diárias e profissionais, gerando limitações de movimento, dor e dificuldade de realização de tarefas simples. A gravidade varia conforme o caso e o tempo de evolução da doença.
Caso Isabel Rocha
Uma mulher operada ao túnel cárpico relata piora constante após a intervenção, apontando falhas aparentes no pós-operatório. A queixa centra-se em alegado mau funcionamento do Serviço Nacional de Saúde após a cirurgia e na perceção de negligência por parte do hospital São João. A decisão de buscar tratamento parece ter vindo de uma avaliação clínica prévia, sem que tenha havido confirmação oficial de culpa.
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