- A exposição “Maravilhário” do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto fica patente até 20 de setembro, no polo central da reitoria, com entrada pelo Jardim da Cordoaria.
- Aborda o ato de doar, apresentando parte do espólio composto por milhares de insetos, plantas, aves, peixes, mamíferos, fósseis, rochas, vestígios arqueológicos, arte e documentos doados por investigadores, estudantes, colecionadores e cidadãos.
- É a primeira exposição inteiramente criada a partir de doações e mostra itens que normalmente não estariam acessíveis ao público.
- Dentre os destaques estão o esqueleto de baleia-azul juvenil apanhado em 1937 na Praia do Paraíso, e uma coleção de aracnídeos dedicada aos escorpiões.
- O acervo em exposição soma mais de 125 mil insetos, 40 mil moluscos, 1 650 objetos etnográficos, 1 550 arqueológicos, 600 peixes, 500 anfíbios e répteis, 198 mamíferos, 4 450 aves, 1 150 fósseis, 300 rochas e minerais, 39 mil espécimes de herbário e 5 500 exemplares de árvores e arbustos, totalizando perto de 200 mil doações ao longo de três séculos.
O Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto inaugura a exposição Maravilhário, dedicada ao ato de doar. A mostra fica patente no polo central do museu até 20 de setembro, com entrada pelo Jardim da Cordoaria.
A exposição reúne milhares de objetos doados ao longo de três séculos: insetos, plantas, aves, mamíferos, fósseis, rochas, vestígios arqueológicos, arte, fotografias e arquivos. A curadoria resulta de coleções recolhidas por investigadores, naturalistas e cidadãos.
Segundo a direção, esta é a primeira vez que o museu apresenta integralmente peças resultantes de doações. A seleção foca objetos que não estavam acessíveis e evidencia uma diversidade que amplia as oportunidades de estudo e deslumbramento.
Entre os destaques estão o esqueleto de baleia-azul juvenil encontrado em 1937 na Praia do Paraíso, a coleção neotropical de José Teixeira da Silva Braga Júnior e a coleção de aracnídeos de Arie van der Meijden, doada em 2025.
A mostra inclui ainda itens arqueológicos de monumentos megalíticos, uma bússola/pantómetro Wyssen usada em Moçambique nos anos 1960 e a peça Cerâmica Rei a cavalo, de Rosa Ramalho, entre outros objetos da cerâmica popular portuguesa.
No conjunto, há mais de 125 mil insetos, 40 mil moluscos, 39 mil herbários, 5.5 mil exemplares de árvores, 4.450 aves, 1.550 arqueológicos e 198 mamíferos, totalizando cerca de 200 mil doações.
Além dos objetos expostos, a exposição apresenta fotografias de grande formato que ilustram as coleções do museu e de espaços associados, como o Jardim Botânico, sem deslocação física.
A diretora de comunicação sublinha o reconhecimento público do ato de doar e a ideia de que as doações ajudam a compreender biodiversidade, história de populações e avanços tecnológicos.
A mostra, que celebra três séculos de doações, concentra-se na importância do contributo de investigadores, colecionadores e cidadãos, cujo legado continua a sustentar as coleções do museu.
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